Menu
Busca quarta, 24 de abril de 2019
(67) 99647-9098
governo festa da linguiça
Política

Após conversa com prefeito, Siufi sinaliza mudança de prédio da Câmara

17 abril 2012 - 10h44João Garrigó

O vereador Paulo Siufi (PMDB) sinalizou nesta terça-feira, após conversar com o prefeito Nelsinho Trad (PMDB), a mudança de prédio da Câmara Municipal de Campo Grande.

O presidente da Casa de Leis afirmou que, para receber os novos vereadores na próxima legislatura, continuar no atual prédio “não seria bom”.

Ele ainda revelou que, em conversa com o prefeito, uma “situação interessante” para a questão teria sido encontrada, sem dar pistas para “não atrapalhar as negociações”.

Mesmo com os sinais de mudança de prédio, Siufi garantiu que a situação segue indefinida e que as possibilidades de continuar no mesmo local serão esgotadas, já que seria necessário altera a atual estrutura de prédio para comportar o novo número de vereadores.

O peemedebista ainda garantiu que a população pode ficar tranquila, pois os vereadores vão cumprir o prazo para cumprir a mudança.

Entenda
Nelsinho Trad já descartou, publicamente, a construção de um novo imóvel para abrigar a Câmara Municipal. Uma ação na Justiça pede que os vereadores sejam despejados e que a prefeitura pague os aluguéis em atraso.

Uma das alternativas seria remanejar a Câmara para o prédio da rodoviária desativada. O local deveria receber o Juizados Especiais do Tribunal de Justiça, mas há um impasse diante da demora de desapropriação de parte do imóvel, que é privada.

Em dezembro do ano passado, a juíza da 3ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos de Campo Grande, Maria Isabel de Matos Rocha, julgou procedente o pedido da Haddad Engenheiros Associados solicitando a desocupação do imóvel no prazo máximo de 30 dias, sob pena de despejo. Além disso, considerou que a Prefeitura deveria restituir o valor.

Em janeiro, a Câmara conseguiu um recurso suspendendo a decisão. Já a Haddad entrou com outro recurso pedindo para a Justiça mude os critérios de cobrança dos valores, pedindo o pagamento dos juros desde o ano de 2005 e não desde a citação, em 2010.

O aluguel da Câmara, em vigor desde 2000, já teve direito a vários capítulos na Justiça. O valor mensal, que era de R$ 35 mil, foi considerado abusivo pelo MPE (Ministério Público Estadual) e em 2001 uma liminar reduziu o pagamento para R$ 15 mil.

O contrato acabou em 2005 e desde então o aluguel não foi pago. A construtora recorreu e obteve o aval da justiça para receber R$ 7 milhões pelos anos em que a Câmara não fez os depósitos pela locação. O argumento foi de que o contrato teve renovação automática.

Via Campograndenews

pmcg - prestação de contas

Deixe seu Comentário

Leia Também

Política
Nelsinho terá escritório em Naviraí para atender demandas da região
Política
Previdência: CCJ aprova parecer favorável
Política
Previdência: CCJ abre sessão para votar parecer do relator da reforma
Política
Odilon Júnior passa a ser relator da LDO 2020
Política
Prefeita de Miranda tem mandato cassado pelo TRE
Política
Sérgio de Paula presidirá PSDB
Política
Guardas municipais podem ser incluídos na Força Nacional de Segurança
Política
Coronel David discutirá “O Plano Estratégico de Segurança nas Escolas”
Política
Deputados criam frente parlamentar para discutir problemas em rios de Bonito
Política
Humorista é o novo presidente da Ucrânia

Mais Lidas

Polícia
Vídeo - Após ser traído, homem se joga em carro em chamas
Geral
Capital terá mais uma roda-gigante com vista para pontos turísticos
Internacional
Reação alérgica a pasta de dente, mata criança de 11 anos
Polícia
Crime de estupro, seguido de suicídio terá investigação concluída após laudo