Após deixar a secretaria da Casa Civil de Mato Grosso do Sul para se dedicar à pré-campanha eleitoral de 2026, Eduardo Rocha, ainda não sabe sobre seu futuro político e deixou claro que a decisão sobre em qual partido irá se filiar está nas mãos do governador Eduardo Riedel (PSDB).
“O governador Eduardo Riedel é quem vai decidir o meu destino. Ele vai saber se eu fico no MDB, se eu vou para o PP, se eu vou para o PSD, se eu vou para o Republicano. Se fosse da minha vontade, eu ficaria no MDB. Eu estou no MDB há 30 anos”, afirmou o ex-secretário.
O ex-secretário anuncio sua saída do cargo ontem (23), a pretensão agora é disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) no próximo ano. Questionado se a formação de uma chapa com Riedel e o ex-governador Reinaldo Azambuja poderia reduzir seu espaço político, Rocha descartou qualquer preocupação. “Não, isso não. Cada um tem o seu espaço, cada um procura o seu. Não vai correr atrás”, respondeu.
Enquanto Rocha aguarda o “sinal verde” do governador para definir seu novo rumo partidário, a senadora e ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), destacou a maturidade do partido em lidar com divergências e garantir liberdade aos filiados.
“O MDB nunca obrigou ninguém a acompanhar A ou B. Então, nós vamos ter liberdade para apoiar qualquer candidato a presidente da República. Não tenho dúvida que vai ser o direcionamento na liderança nacional do partido”, afirmou Tebet.
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Eduardo Rocha (Foto: Alems)



