Durante sessão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nesta terça-feira (8), o deputado Pedro Kemp (PT) apresentou o Projeto de Lei 228/2023, para limitar os horários de prova física de concursos públicos.
O deputado aproveitou sua fala na Tribuna e relembrou a morte do goianiense Arthur Matheus Martins Rosa, de 25 anos, candidato do concurso da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul que passou mal durante o teste de aptidão física (TAF) para soldado e morreu no dia seguinte, última sexta-feira (4).
Para o presidente da ALEMS, deputado Gerson Claro (PP), o tema traz uma realidade que merece reflexão. “É um tema bastante triste, e a partir da palavra tragédia, percebe-se que não é nada planejado, não era algo que esperávamos, e acontece a partir de um evento fatal. O teste é feito para ver se a pessoa tem a capacidade de exercer aquilo que está se propondo a exercer. Pode ter erro e negligência, mas temos que dar oportunidade para as pessoas que realizam o teste falarem com a gente. Mas me preocupo com a condenação da fatalidade”, destacou.
De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), organizador do certame, Arthur foi atendido imediatamente no local por equipe médica da ambulância de plantão, que constatou um quadro de desidratação profunda. "Os laudos de Arthur indicavam que o rapaz estava apto a se submeter à prova. As regras e especificações do TAF são estabelecidas pelo edital da comissão especial da Polícia Militar e executadas pela banca. O modelo é padronizado para concursos de policiais e bombeiros em todo o país", declarou o Idecan na ocasião.
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