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Política

Beto Pereira e Soraya Thronicke "batem boca" na internet

A discussão foi por conta da PLP-149

15 abril 2020 - 13h34Gabriel Neves

Uma publicação realizada pela senadora Soraya Thronicke em seu twitter pessoal, na noite desta terça-feira (14), gerou um desentendimento com o deputado federal Beto Pereira através da rede social. A publicação em questão crítica o Projeto de Lei Complementar (PLP) – 149, também conhecido como Plano Mansueto.

Na postagem que originou a discussão, Soraya publicou uma imagem afirmando que votaria contra o Plano Mansueto “da forma que ele está” e completou com a legenda “Deturparam o Plano. O projeto que era pra ser um socorro se transformou em obrigação de carregar quem não fez lição de casa”.

 

 

Logo depois da publicação o deputado Beto Pereira compartilhou a mensagem de Soraya, também em sua rede pessoal, com a seguinte resposta, “É fácil dizer que prefeitos e governadores não fazem a lição de casa e que a União não tem obrigação de ajudar. Quero ver administrar uma cidade ou Estado. Em dia de eliminação do BBB, diriam: Sai do castelo, Senadora. Vem aprender como é ser gestor”, criticou.

 

 

Não parando por aí, a senadora compartilhou a resposta dada pelo deputado federal e escreveu, “A ‘lição de casa’ se chama Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF, pare de assistir essa porcaria de BBB e vai estudar antes de opinar sobre economia”.

 

 

A Reportagem entrou em contato com a assessoria da senadora Soraya Thronicke que respondeu com a seguinte fala da parlamentar, "não são troca de farpas, é apenas um posicionamento político distinto, que mostra claramente de que lado cada um de nós está. Como sempre, estou do lado do Presidente Bolsonaro e da população em defesa de uma política transparente e responsável com o dinheiro público".

Ainda é aguardada a resposta da assessoria do deputado Beto Pereira.

Entenda o Plano Mansueto (PLP – 149)

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 149/19 cria um programa de socorro aos estados e municípios mais endividados, que prevê liberação de empréstimos com aval da União para resolver os problemas financeiros imediatos, condicionados à adoção de medidas de ajuste fiscal que permitam a recuperação da capacidade de pagamento dos entes federativos até 2022.

A previsão do governo, autor do projeto, é que o PEF disponibilize R$ 40 bilhões em quatro anos (R$ 10 bilhões por ano) para os estados e municípios que atingirem as metas previstas na proposta.

O chamado Plano Mansueto (PLP 149/19), que recebeu esse nome por ter sido elaborado pelo secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, teve o regime de urgência aprovado na semana passada. Os parlamentares vão analisar o relatório do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).

Vacinne

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