Eastudo realizado e divulgada neste sábado (4) pela Ranking Comunicação e Pesquisa apontou que a Câmara Municipal de Campo Grande pode ter uma renovação de 50% da sua bancada. A janela partidária, que termina hoje, foi aproveitada por 10 vereadores que aproveitaram o período para mudar de legenda.
Segundo o instituto, a base de estudo leva em consideração números divulgados das pesquisas realizadas registradas pelo órgão: MS-05366/2020 e MS-03924/2020.
Conforme o levantamento com a previsão de ter no mínimo um representante na Câmara Municipal em Campo Grande, em 2020 estão o PV (Partido Verde), Novo, PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), Rede Sustentabilidade, PSC (Partido Social Cristão), PDT (Partido Democrático Trabalhista), PP (Progressistas), SD (Solidariedade), PSL (Partido Social Liberal e PT (Partido dos Trabalhadores).
A possibilidade de fazer de dois a três vereadores (as) está na conta do Republicanos, Patriota, Podemos, MDB (Movimento Democrático Brasileiro), Avante (antigo PTdoB) e DEM (Democratas).
De acordo com as projeções da Ranking, as agremiações que têm as melhores chances de eleger as maiores bancadas são o PSD (Partido Social Democrata), do prefeito Marquinhos Trad, e o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), do governador Reinaldo Azambuja. Estes dois partidos, devem fazer de cinco a sete vereadores cada.
Bancadas
Com o troca-troca assegurado pela janela partidária, a distribuição das cadeiras na Câmara Municipal de Campo Grande ficou assim: PSDB (8 vereadores); PSD (5); MDB (3), Avante (2), DEM (2), PSB (2), Republicanos (2), PT (1), Solidariedade (1), Rede (1), PTB (1) e PP (1).
Mudaram de partido: Ademir Santana, saiu do PDT e foi para o PSDB; Cida Amaral, do Pros para o PSDB; Darlengh Campos, do PP para o MDB; Eduardo Cury estava sem partido e assinou a ficha do DEM; Júnior Longo, do PSB voltou para o PSDB; Odilon Júnior, do PDT para o PSD; Otávio Trad, do PTB para o PSD; André Salineiro, do PSDB para o Avante; Valdir Gomes, do PP para o PSD; William Maksoud, do PMN para o PTB.
O levantamento da Ranking calcula que a legenda partidária para garantir uma vaga na Câmara Municipal deve ficar em torno de 15 mil votos. Porém, com a nova legislação é possível eleger vereadores com a maior sobra, mesmo sem o coeficiente da legenda.
Esse número pode variar. Entretanto, os especialistas da Ranking apontam que as maiores sobras podem ficar entre 10 a 14 mil votos. Para que a vaga seja garantida por cada partido é necessário que o candidato tenha ao menos 10% dos votos de uma legenda.
Eleições 2020
Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste momento ainda há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral, apesar da crise sem precedentes no sistema de saúde do país causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).


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