Após dar o prazo de 24h para a J&F, holding que controla a JBS, para entregar a procuração original, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a concessão indevida de incentivos fiscais, informou que recebeu nesta sexta-feira (7), os documentos que comprovam a autenticidade do ofício entregue à CPI no início da semana.
As cópias foram solicitadas pelos membros durante a última reunião da Comissão, na quarta-feira, para comprovar a autenticidade do ofício no qual a J&F solicitou mais prazo para a entrega das cópias dos Termos de Ajustamento de Regime Especial (TAREs), seus respectivos aditivos e notas fiscais.
Os documentos foram encaminhados por email enviado pelo próprio advogado que representa a holding, Ricardo Menin Gaertner, dentro do prazo de 24h estabelecido pela Comissão.
De acordo com Paulo Corrêa, agora a Comissão aguarda, até a próxima reunião, o envio dos documentos originais. “Solicitamos as cópias por email para comprovar a autenticidade neste primeiro momento. Mas é necessário o encaminhamento dos originais para compor o processo da CPI. Para os originais foi dado prazo até a próxima reunião”, explicou.
CPI
A CPI foi constituída para investigar a denúncia realizada pelos executivos da JBS, Joesley Mendonça Batista, Wesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, do pagamento de diversas notas fiscais ‘frias’ emitidas por pessoas físicas ou jurídicas entre os anos de 2010 a 2017, sem o devido fornecimento de bens ou serviços, em contraprestação à suposta concessão indevida de benefícios fiscais pelo Estado de Mato Grosso do Sul.
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