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Política

"Lideramos rankings e somos referência no país", diz Riedel

Em entrevista, o pré-candidato ao governo do Estado contou um pouco sobre seus planos para MS

03 abril 2022 - 16h18Da Redação, com informações da assessoria
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O supersecretário da gestão Reinaldo Azambuja (PSDB), Eduardo Corrêa Riedel, escolhido pelos tucanos para disputar a sucessão do chefe, após comandar as principais reformas administrativas do governo que mudaram Mato Grosso do Sul de patamar no país, trazendo mais de R$ 33 bilhões de investimento privado para Estado, anunciou sua descompatibilização do cargo na última quinta-feira (31).

Em entrevista, o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul conta um pouco sobre seus principais planos para dar continuidade a Mato Grosso do Sul, de forma ainda mais desenvolvida. Acompanhe:

P: Quem é Eduardo Riedel?
R: Sou um sul-mato-grossense de coração, marido da Mônica e pai da Marcela e do Rafael, e também sou produtor e empreendedor. Biólogo de formação, com mestrado em zootecnia pela UNESP, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV e com formação em Gestão Estratégica para Dirigentes Empresariais, realizado pelo INSEAD, em Fontainebleau, França.


P: Você está deixando uma pasta que realizou muitas entregas nos últimos meses, é possível destacar aquela que mais marcou a gestão?
R: É difícil destacar uma em específico. Acho que o conjunto da obra é importante, e vale destacar os mais de 1 mil km de rodovias pavimentadas, isso é muito significativo. Temos o projeto de saneamento universal avançando de maneira intensa, e isso algo que transforma vidas e comunidades. Vale destacar o programa de infovias digitais, com 7 mil kms de fibra ótica, cobrindo 79 municípios, o que sem dúvida trará uma nova realidade ao Estado. E não posso deixar de falar no Bioparque Pantanal, uma obra icônica, emblemática, que entregue à população com um novo conceito que vai colaborar para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul. É importante saber que estas obras fazem interconexão. Não são aleatórias. Elas formam um conjunto que aceleram o processo de desenvolvimento do Estado.


P: O que te levou à decisão de deixar o governo para disputar uma eleição pela primeira vez?
R: Se olharmos a trajetória desse grupo político liderado pelo governador Reinaldo Azambuja, nesses quase oito anos, percebemos uma mudança bastante expressiva em todos os indicadores do estado. Deixamos de ser aquele estado menor, marginalizado, ganhamos uma dimensão em âmbito nacional. Muitas das reformas que o Brasil discute hoje já foram efetuados pelo Mato Grosso do Sul, e a consequência é uma transformação nas mais diversas áreas, como a saúde, a infraestrutura, a geração de empregos e de investimento privado, a transparência, a responsabilidade fiscal, a educação, o saneamento básico, a habitação, a segurança pública e o meio ambiente. A marca deste grupo político são as ações transversais, pensando o estado a longo prazo. Os resultados que estão sendo obtidos são frutos de todas estas ações. E foi este grupo que decidiu me escolher para personificar esse projeto no ano que vem. Não é uma decisão pessoal, é um projeto. A decisão pessoal foi a de aceitar representar um grupo que teve e tem um projeto de desenvolvimento para Mato Grosso do Sul. É isso o que me motiva. Me sinto orgulhoso, de representar a muitos, e preparado para debater no processo eleitoral. Não vou deixar que arrastem o debate para vala comum da mediocridade. Não podemos permitir que o populismo e a desorganização administrativa volte ao nosso Estado. Assim como a democracia amadurece, a classe política também tem que amadurecer. Vejo mudanças na sociedade e ela vai compreender nossa mensagem.


P: Você fala em transformações, mas isso pode ser traduzido em números?
R: Fato é que não somos mais um modesto estado do Centro-Oeste brasileiro, passamos a liderar rankings e sermos reconhecido como referência no país. Saneamos as contas públicas e somos hoje um estado triplo A em solidez fiscal, segundo o Tesouro Nacional. Cortamos gastos, acabamos com desperdícios, enxugamos o custo da máquina pública e assim nos tornamos o 1o estado mais enxuto do Brasil e o 1o estado em investimentos por habitante do país. Também somos o 1o estado em liberdade econômica, para empreender e o 2o estado em licenciamento ambiental. Somos o 3o  estado com maior crescimento projetado do PIB, hoje, é mesmo que tem o 3o menor desemprego do país, e o 4o estado mais seguro, com a 5o com a menor taxa de pobreza, e aqui lembro o Mais Social, o Conta de Luz Zero , e os esforços para recuperar os empregos e retomar a economia. Não fomos apenas o 1º em vacinação, mas um dos poucos a enfrentar a pandemia com geração de empregos e mantendo crescimento econômico. E, pra finalizar, somos o 6o mais competitivo – são 33 bilhões de reais em novos investimentos privados, espalhados pelas nossas cidades, acontecendo agora, aqui no Mato Grosso do Sul, gerando oportunidades novas em todo o estado. 


P: E agora, daqui para frente, quais os próximos desafios? 


R: Ouvir população ao máximo para extrair conteúdo para uma formatação de um plano de governo robusto e atual, que enxergue o Mato Grosso do Sul que queremos, a partir da transformação feita, dessa nova base. Precisamos subir a régua, ouvir e traduzir o que as pessoas querem no novo plano de governo. Isso e prioridade. Se a regionalização da saúde e as escolas em tempo integral estão em pleno concurso, qual o próximo desafio? Como podemos evoluir? Temos uma difícil e complexa gestão da saúde pública, tripartite, para atuar nessa ponta, temos que ouvir para ter um plano exequível e com entregas para a população. 


P: Qual sentimento que fica deixando o governo e assumindo condição de pré-candidato?


R: Sentimento de gratidão. Gratidão ao governador Reinaldo pela confiança nesses mais de 7 anos, que nesse tempo me delegou missões e tarefas extremamente complexas, porque sempre acreditou na nossa capacidade de trabalho e de liderar o processo de modernização do  estado. E confesso que nos últimos dias eu fiz questão de passar pessoalmente em diversas  secretarias, para agradecer os colegas secretários e as inúmeras equipes técnicas com quem trabalhei nestes 7 anos. E foram praticamente todas, porque, em cada área, enfrentamos  juntos desafios gigantescos, domamos crises enormes e conseguimos  resultados reconhecidos nacionalmente, que são fruto de um trabalho coletivo. Sou muito grato  por esta experiência, pela troca de conhecimento, pelo aprendizado e a sensação recompensadora de ver soluções novas para problemas antigos do estado. Ao final dessa jornada, saio com a consciência do dever cumprido, com as mãos limpas, e força redobrada pra continuar transformando a realidade e melhorando a vida das pessoas. 

 

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