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Política

Moro ficará seis meses recebendo salário de ministro sem poder advogar

Decisão foi da Comissão de Ética Pública da Presidência

02 junho 2020 - 18h15Sarah Chaves, com informações do G1

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro deve cumprir período de quarentena, recebendo salário de ministro, conforme decisão desta terça-feira (2), da Comissão de Ética Pública da Presidência.

Além disso, Moro não poderá trabalhar como advogado no período de seis meses, e nem dar aulas e escrever artigos.

A lei que dispõe sobre o conflito de interesse no serviço público diz que pessoas que tenham exercido cargo de ministro, entre outros no alto escalão do governo federal, devem respeitar a chamada "quarentena" de seis meses antes de assumir emprego no qual possam se valer de informação privilegiada.

Sergio Moro tomou posse no cargo em 1º de janeiro de 2019 e anunciou a demissão há pouco mais de um mês, em 24 de abril, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro havia interferido na Polícia Federal ao demitir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, e ao cobrar a troca no comando da PF no Rio de Janeiro.

 

 

Vacinne

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