Um fantasma de difícil solução política, assombra estados e municípios: o das novas regras da previdência, que estão sendo votadas em Brasilia, não contemplarem outros entes da federação, que não o Governo Federal.
A hipótese é a mais provável, apesar de haver um esforço de lideranças mais responsáveis, para corrigir essa distorção, quando o plenário do senado federal, se manifestar sobre a questão.
Caso não aconteça a inclusão, Mato Grosso do Sul, já tem uma solução preparada e na ponta da agulha, reprisar a nível local, o que for aprovado pelo congresso nacional, e que valerá para os servidores federais.
Segundo um dos elaboradores da estratégia e que conversou em com o JD1 Notícias, se estados seguirem excluídos, no dia seguinte a promulgação da nova lei, “encaminharemos para a assembleia, uma cópia do que for sancionado para a provação".
“Estaremos apenas nos adequando a legislação federal”, nada além disso. A nova lei em MS sera idêntica a que sera adotada pelo governo federal, e propiciara economia, proporcionalmente parecida em favor de MS, com a que a união terá .
A cúpula política do Parque dos Poderes, sabe que poderão haver reações e articulações contrárias a essa movimentação, mas não vê outra saída, “não sabemos e quer como pagaremos o décimo terceiro”, afirmou nossa fonte, “impossível agir de forma diferente”.
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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) (Reprodução/Internet)



