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“Pessoas do interior vem a capital para fugir do surto da pandemia”, diz Marquinhos

Prefeito afirmou também que as barreiras servem para certificar que elas não estão infectadas, mas caso estejam, sejam tratadas e isoladas

27 maio 2020 - 14h17Flávio Veras

O prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) afirmou na manhã desta quarta-feira (27) que, diversas pessoas residentes do interior e com suporte financeiro, estão optando por vir para a capital afim de “fugir” do pico da pandemia do coronavírus em muitas cidades. Para Marquinhos, apesar de Campo Grande ter o maior número de casos confirmado da Covid-19, o tamanho da população demonstra que o contágio não é grande, em comparação a esses outros municípios do estado.

A afirmação foi feita em uma transmissão ao vivo no Facebook, na tarde de hoje. “O que tem acontecido é que, muitas pessoas do interior - estão saindo de onde tem uma ‘guerra’ contra a pandemia e estão vindo para onde tem paz e sossego para a família deles. Isso é natural e principalmente para aqueles que tem um suporte financeiro e podem suportar a quarentena.  O que temos que fazer é, segundo os especialistas, são duas coisas: ou impedimos todos de entrarem na cidade ou acolhemos com segurança. Portanto, depois desse diagnóstico, começamos a colocar essas barreiras e acolher os viajantes dentro dos protocolos de biossegurança”, explicou

Sobre os questionamentos dos motivos que o levou a decretar as barreiras sanitárias nas cinco entradas e saídas da cidade, Marquinhos afirmou que a recomendação foi passada por especialistas da área da saúde.  “Esse corpo de especialistas observou que a curva de infecções no interior não cresceu, ela explodiu. Cidades como Dourados e Guia Lopes da Laguna tem um número tão alto quanto Campo Grande, mas devemos levar em conta a quantidade de habitantes na nossa cidade em relação a essas duas. Portanto, o nosso índice de infecção é favorável e suportável ao sistema de saúde”, exemplificou.

E complementou afirmando que a medida, apesar de polêmica para alguns, está fundamentada na ciência. “Não estou fazendo e nem farei, nenhum ato contrário as orientações cientificas daquele que estudaram para isso. Eu não tenho como rebater um infectologista, eu não tenho que discutir com um médico, eu não tenho como divergir com argumentos fundamentatórios de um bacteriologista. Eu tenho que obedecer e ser o humilde o suficiente para reunir todos eles e pedir, ajude minha cidade”, argumentou.

PMCG Refis

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