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Política

PSC quer fortalecer candidaturas

Presidente regional fala de propostas e sobre cenário das eleições de 2020

20 setembro 2019 - 16h34Joilson Francelino

O ex-secretário de Municipal de Habitação, Paulo Matos, foi nomeado no último dia 3 de setembro, como presidente do Partido Social Cristão (PSC), em Mato Grosso do Sul, com a missão de fortalecer a sigla e lançar seu nome para a prefeitura de Campo Grande, em 2020.

Em entrevista ao JD1 Notícias, o ex-secretário de Nelsinho Trad afirmou que o foco inicial é fortalecer os diretórios municipais. “A determinação nacional é que tenhamos o maior número de candidatos nos municípios, buscando, assim, o fortalecimento para as eleições de 2022. Já está definida a minha pré-candidatura para Campo Grande e estamos fortalecendo os movimentos e começando os trabalhos para lançar candidatos a vereador”, afirmou.

Proposta

Sobre sua candidatura a prefeito, Matos destacou que está preparando um plano de governo onde serão tratados todos os assuntos em pauta, como: saúde, educação, transporte, mobilidade urbana, assistência social, entre outros. “Vamos discutir profundamente esses assuntos e nos lançar com o lema: “PSC Buscando Soluções”, disse.

Matos afirmou que o primeiro passo é demonstrar a vontade de transformar a vida das pessoas e, o segundo, democratizar a discussão sobre como gerenciar o orçamento. “Hoje existem discussões muito ultrapassadas, fora do eixo e da realidade. Temos aterro sanitário que tem passivo gigantesco ao meio ambiente, enquanto o mundo inteiro gera energia com o lixo, trabalha fortemente o processo de reciclagem. Precisamos modernizar a discussão, reestruturar o sistema de transporte e a cidade, regionalizar o desenvolvimento, criar condições de trabalho e estudo para que a população não precise se deslocar em grandes distâncias”, elencou ao citar outras pautas também importantes.

Pleito de 2020

Paulo Matos também demonstrou seu desejo e uma análise sobre o cenário da disputa pela prefeitura em 2020. “Gostaria de ver todos os partidos com suas candidaturas. Isso abre muito o processo democrático e daria a oportunidade maior para a população poder escolher o melhor. Vejo uma eleição de dois turnos e aí sim, no segundo turno, as forças poderem se agrupar de dentro da sua visão democrática”, disse.

Reconhecendo que seu desejo, de que todos os partidos tenham candidatos próprios, não se concretizará, Matos disse que vai buscar alianças. “A primeira aliança será com a sociedade, com idéias e compromissos, e depois, a política”, disse.

Sobre a possibilidade de desistir da candidatura para apoiar outro partido que atenda e se encaixe na proposta que o PSC quer apresentar, Paulo Matos disparou que “não pretende negociar seu sonho”. “Eu só abriria mão da candidatura se eu visse que seria inviável, de qualquer maneira, minha disputa e que não tivesse capacidade de mostrar à população que tenho condições de dar um rumo diferenciado para a nossa gestão. Na vida a gente nunca pode dizer nunca, mas o objetivo é levar a candidatura até o fim. Estou pronto para debater com qualquer candidato e isso que pretendo fazer”, concluiu.

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