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Política

Segundo TCU, delegacia da PF de Ponta Porã é a mais deficiente da fronteira

23 fevereiro 2012 - 12h05Reprodução

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) avaliou os principais problemas nas delegacias da Polícia Federal localizadas nas fronteiras. A Delegacia de Ponta Porã, a 346 km de Campo Grande, é apontada como a mais precária entre as 26 unidades que ficam nas fronteiras do país. No prédio, a cerca elétrica e as fechaduras estão danificadas, os extintores vencidos, e a cela virou depósito de materiais, pois não havia espaço adequado para guardar produtos apreendidos.

O relatório do tribunal aponta ainda deficiências em tecnologia para investigar crimes, falta de equipamentos básicos e alta rotatividade do efetivo, que permanece em média apenas dois anos nas unidades. O Ministério da Justiça informou que o plano estratégico de fronteira vai possibilitar o investimento de R$ 37 milhões, em todo país, para o combate ao tráfico de entorpecentes. Mato Grosso do Sul está entre os estados que apresentam projeto para receber recursos.

Também está sendo avaliada a instalação de novas unidades da PF nas fronteiras. Já de acordo com a Polícia Federal, em 2012 haverá concurso para preencher 1,2 mil vagas em todo país. O TCU fez uma série de recomendações para que governo federal aumente o efetivo e melhore a infraestrutura para combater crimes. Para o relator da auditoria, a fragilidade na vigilância nas fronteiras traz consequências negativas ao país. "Com essa perspectiva de um aumento cada vez maior de entrada, no território brasileiro, de drogas e contrabando, isso vai trazer problemas sociais nos grandes centros urbanos", diz o ministro do tribunal, Aroldo Cedraz

Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais, as quatro delegacias de fronteira em Mato Grosso do Sul têm, em média, 45 policiais, entre delegados, peritos, agentes e escrivães. Eles trabalham na fiscalização, investigação e também no serviço de atendimento ao público. O número ideal, segundo o diretor da entidade, Naziazeno Florentino dos Santos, seria pelo menos 180 servidores. Via: G1/MS

pmcg - prestação de contas

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