O veto total do governador Reinaldo Azambuja ao Projeto de Lei, que prevê obrigatoriedade de um profissional tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), em estabelecimentos privados, não teve voto suficiente para ser derrubado na sessão desta quinta-feira (5), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
A proposta do deputado Evander Vendramini, tornaria obrigatório que os shoppings e bancos disponibilizassem um tradutor de libras, para pessoas com dificuldades de comunicação, serviço que não teria custo para o governo, pois faria parte da iniciativa privada.
Segundo Evander, estava exposto no projeto que o estabelecimento não precisaria necessariamente contratar o profissional. “Poderiam treinar alguém da própria equipe para fazer o atendimento em especial”, afirmou
O projeto de Lei já havia sido aprovado pela Assembleia, e tinha o parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), porém foi vetado pelo governo e voltou para os deputados decidirem se derrubavam ou não o veto.
“Durante a sessão apenas 15 deputados estavam na casa”, disse o Evander que contava com 13 votos favoráveis à derrubada do veto. Porém, segundo o autor da proposta, o deputado Marçal Filho saiu da sessão para não votar, enquanto os deputados Zé Teixeira e Rinaldo Modesto, votaram a favor da decisão do governador de barrar o projeto.
O deputado lamentou o veto. ‘Isso é lamentável por que quem perde são essas pessoas de necessidades especiais, que necessitam desse atendimento”, afirmou Evander garantindo que apresentará o projeto novamente no próximo ano.
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A proposta do deputado, Evander Vendramini, foi vetada pelo governo e não teve votos de derrubada suficientes na Assembleia (Luciana Nassar)



