Na noite de quarta-feira (24), o Senado aprovou um projeto de lei de autoria do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que permite a empresas investir na compra de vacinas contra o novo coronavírus.
No entanto, em seu relatório, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) vetou a possibilidade de que o imunizante seja comercializado pelas empresas.
“Pelo menos 50% das doses serão, obrigatoriamente, doadas ao SUS e as demais serão utilizadas de forma gratuita”, diz o texto final.
De acordo com o projeto de lei, todos os imunizantes comprados por pessoas jurídicas precisam ser doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) neste primeiro momento. No entanto, após a vacinação dos grupos considerados prioritários, a iniciativa privada poderá, atendendo “os requisitos legais e sanitários, adquirir, distribuir e administrar vacinas” contra a doença.
Antes de virar lei, o projeto precisa ainda ser aprovado pela Câmara dos Deputados e ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton

Bolsonaro tem piora da função renal e aumento de inflamação

Lula defende supervisão médica para uso de Ozempic: 'não é um prêmio'

Brasil, Colômbia e México pedem cessar-fogo no Oriente Médio

Paulo Duarte quer encontro com a direção nacional do PSB antes de sair do partido

Barbosinha confirma saÃda do PSD e avalia filiação ao Republicanos

PSDB organiza ato de filiação para ampliar base em Campo Grande

Sem definir partido, Simone confirma disputa ao Senado por São Paulo

Lula pode vir a Campo Grande antes de conferência da ONU sobre espécies migratórias







