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Temas polêmicos e sobre sexualidade vão repercutir nas sessões da Câmara em 2011

02 fevereiro 2011 - 14h30
O presidente da Câmara dos Vereadores, Paulo Siufi (PMDB), deixou claro que os projetos e discussões polêmicas que marcaram 2010 vão continuar repercutindo em 2011. Conforme Siufi, temas como cobranças de IPTU e transporte coletivo, além de tabus ligados à sexualidade já estão em pauta para as sessões que forem realizadas ao longo deste ano. “A Câmara não vai fugir de nenhum tema”, frisou o vereador, prometendo ainda, tranqüilidade e transparência na Casa. “Aqui reina a democracia”, disse ele. Siufi citou projetos de lei como a proibição da vendas de bebidas alcoólicas nos postos de combustíveis (de autoria dele e de Lídio Lopes, do PP), como um dos mais polêmicos e que deverá ser votado ainda no primeiro semestre de 2011. “A população não agüenta mais esse problema da venda de bebida nos postos”, comentou o presidente da Casa de Leis. Outro projeto polêmico que Siufi afirma que será debatido nas próximas sessões é o que proíbe a máquina de distribuição de camisinhas nas escolas, além da proibição do “kit anti-homofobia”, que integra projeto do Ministério da Educação. Estas propostas ligadas a exposição da criança à sexualidade foram levantadas no final do ano passado, e chegaram a ser assunto de audiência publica. “Tivemos uma enquete no site da Câmara e a resposta foi contrária ao kit-homofobia. Além disso, dei uma entrevista em uma rádio, quando um homossexual ligou e disse que era contra o kit”, garante Siufi. “Tem que tomar cuidado, não tem nada contra os homossexuais e travestis, mas é um assunto delicado”, afirma. Em relação ao protesto desta manhã de agentes de saúde na abertura dos trabalhos do Legislativo municipal, Siufi afirma que a Câmara também não deverá ficar omissa ao assunto. Para o presidente, os agentes de saúde têm razão em discutir o aumento salarial, no entanto, na opinião do vereador não é momento apropriado para paralisação, devido a alta incidência de dengue. Para Siufi, os vereadores poderão colaborar com a discussão fazendo o intermédio entre prefeitura e agentes, a fim de encontrar um meio termo. Ele também comentou que desaprova que os agentes de saúde estejam descumprindo uma decisão judicial, a liminar que suspendeu a greve e que não teve efeito nenhum, pois não foi respeitada pelos grevistas. Fonte: CG News

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