Neste dia 17 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Vacinação. A data foi criada para trazer a consciência da importância de realizar as vacinas em períodos específicos, para garantir a imunidade. Independente da faixa etária, as vacinas devem estar atualizadas, desde o recém-nascido até o idoso.
A vacinação é uma das medidas preventivas mais eficazes para evitar doenças. Elas protegem o corpo humano contra bactérias e vírus, que podem afetar seriamente a saúde da população, causando doenças graves ou até óbito. É importante ressaltar que quanto mais pessoas de uma comunidade estiverem vacinadas, a proteção fica maior, protegendo não só as pessoas vacinadas, como as não vacinadas.
Os impactos positivos da vacina são mensurados pela erradicação de algumas doenças, como a Poliomielite e o controle do Sarampo e da Rubéula. No entanto, nos últimos anos, presenciamos uma queda significativa na cobertura vacinal, e a data serve para relembrar a população de manter o calendário de vacinas em dia.
Atualmente, a vacina é feita de maneira mais rigorosa, há diversas plataformas de produção, ainda a mais comum é a utilização do antígeno causador da doença (vírus ou bactérias) atenuado ou até mesmo morto. Costuma-se dizer que a vacina é uma forma de imunização ativa, pois, ao colocar esse produto em uma pessoa, essa começa a desenvolver anticorpos contra a doença, defendendo-se ativamente contra a infecção. Além da fabricação de anticorpos, ocorre a síntese de células de memória que desencadearão uma resposta mais rápida quando o organismo for exposto novamente àquele antígeno.
O JD1 Notícias entrevistou o médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização, Alberto Jorge Félix Costa. Ele comenta que as vacinas não são necessárias apenas na infância. “Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mulheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou logo após o parto (tétano), podem causar doenças graves ou até a morte de seus bebês. Os profissionais de saúde, as pessoas que viajam muito e outros grupos de pessoas, com características específicas, também têm recomendações para tomarem certas vacinas”, explica o médico.
Na entrevista abaixo, o médico explica porque a vacinação é essencial no controle das doençasa, como as vacinas atuam no organismo e conclama a vacinação de toda a população.
(Com informações da Assessoria de Comunicação da Imunitá Centro de Imunização)
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Alberto Jorge Félix Costa, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização (Adriano Miguel)


