O prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad informou nesta sexta-feira (24) que a taxa de ocupação dos leitos clínicos e de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) permanece estável em 84%, desde a semana passada. No entanto, o prefeito alertou sobre a necessidade de aumentar a taxa de isolamento social, que continua em 34%, para conter o avanço da doença e não colapsar o Sistema de Saúde.
De acordo com o prefeito, Campo Grande hoje conta com 260 leitos clínicos e de UTIs. Desses, 218, estão ocupados e 42, desocupados. “Antes tínhamos apenas 116 leitos na capital. Hoje contamos com 260. Ou seja, se estivéssemos ainda com os números de anos passados hoje seriam 108 pacientes precisando de tratamento e não teríamos vagas. Seria uma catástrofe”, ponderou.
Sobre a taxa de isolamento, prefeito afirmou que é preocupante, pois as pessoas não estão cumprindo os regramentos básicos para evitar o alastramento da pandemia. “Quando estipulamos as regras, todo os segmentos aparecem aqui na (Prefeitura) para reclamar, mas apenas 36% está fazendo o isolamento social. Em uma cidade que a população é de 915 mil, 64% delas nas ruas significa quase 550 mil pessoas se deslocando ao longo do dia e descumprindo os regramentos. Caso a situação continue assim, pode vir uma ordem judicial e pedir que fechemos tudo. Ou seja, porque não ajudar e colaborar agora? Fica a reflexão”, finalizou.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Saúde de MS monta força-tarefa permanente contra canetas emagrecedoras ilegais

Saúde e Bem-Estar: Cirurgião detalha tecnologias de lipoaspiração de definição muscular

Hospital Regional retoma cirurgias bucomaxilofaciais e opera jovem de 20 anos

Novo PAC: Lula anuncia novos investimentos para ampliar atendimento no SUS

Senado pode quebrar patente do Mounjaro e autorizar produção do medicamento no Brasil

Saúde de MS tem meta de manter a maior cobertura vacinal do país

Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028, aponta INCA

Saiba como utilizar gratuitamente o serviço de odontologia pelo SUS em MS

Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas; OMS emite alerta






