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Saúde

"No pior cenário", secretário vê aumento de mortes se prefeitos não endurecerem medidas

Atualmente o Programa Prosseguir coloca 31 cidades de MS na bandeira vermelha

05 março 2021 - 17h15Matheus Rondon

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, alertou nesta sexta-feira (5), sobre a necessidade de os prefeitos e prefeitas adotarem as medidas impostas pelo Programa Prosseguir. Atualmente, a plataforma coloca 31 municípios na bandeira vermelha, grau mais elevado que recomenda que apenas as atividades essenciais e não essenciais de baixo risco sejam mantidas. Campo Grande está nessa classificação.

Resende ressaltou que o programa está construído há vários meses, servindo como modelo para vários estados brasileiros e que os chefes dos executivos municipais devem segui-lo na sua integralidade. “Vamos ter uma reunião na segunda-feira para que a gente peça a eles que não cedam a grupo de pressões. Nesse momento o Estado do MS como todos estão no pior cenário e vamos ter muitas mortes se caso não haja medidas restritivas, que a gente está longe do chamado lockdown, aqui no Brasil foi tudo para inglês ver”, disse.

Para o secretário, o melhor para o Brasil é que seja adotada uma medida uniformizada, com decisões conduzidas pelo Ministério da Saúde, e com o apoio para todos os 27 estados. Na última segunda-feira (1°), o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) divulgou uma carta aberta ao Ministério da Saúde em que pede medidas mais duras para conter o agravamento da pandemia da Covid-19 no país. O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os finais de semana está em pauta.

Enquanto não há uma decisão uniformizada nacional, o secretário reforça que o Prosseguir deve ser respeitado. “São as medias que estão lá, as atividades que os municípios precisam adotar de acordo com suas bandeiras e temos a contribuição da população. As mortes que acontecem em Mato Grosso do Sul, hoje”, disse.

Sobre a questão de leitos, o secretário volta a alertar que pode começar a faltar leitos se os casos continuarem subindo e que é preciso atuar na origem do vírus, conscientizando a população. “Se abrir leitos e se a gente está atuando na consequência, a gente tem que atuar na origem. Ter medidas restritivas para que o cidadão não vá para festas clandestinas. Não vá para aglomerações, usem máscaras e que as pessoas não sejam portadores da morte, mensageiros da morte”, afirmou.

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