A Prefeitura de Campo Grande publicou na edição desta sexta-feira (11), do Diogrande (Diário Oficial do município), o termo aditivo formalizando repasse pontual de R$ 2,4 milhões para o Hospital São Julião. Os recursos são provenientes de emendas parlamentares.
O hospital é contratualizado pela Prefeitura, através da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), e atende em nove especialidades, sendo referência para o tratamento de Hanseníase e Oftamologia. A estrutura conta com ambulatório, unidade cirúrgica, internação e reabilitação.
Recentemente, o município firmou parceria com o hospital para fazer o atendimento de pacientes diabéticos com problema de visão, com o objetivo de realizar o diagnóstico precoce para que seja possível o tratamento e até reversão do quadro. A chamada retinopatia diabética. Serão ofertados 3,6 mil exames nos próximos seis meses.
Os exames são destinados exclusivamente em pacientes que já realizam o tratamento ou possuem diagnóstico de Diabetes tipo 1 ou 2, mesmo que não estejam com suas dosagens equilibradas. Através destes será possível um diagnóstico precoce, podendo evitar, assim, a perda da visão.
Neste primeiro momento, os equipamentos irão rodar entre as Clínicas da Família Portal Caiobá, onde iniciará os atendimentos, Nova Lima e Iracy Coelho, podendo ter a ampliação do serviço oferecido futuramente.
O hospital disponibilizará para a rede pública de saúde equipamentos móveis com os quais é possível a realização de imagens de fundo de olho, assim consegue se identificar se há alguma irregularidade ou se há necessidade de acompanhamento do paciente. Ao todo, são três câmeras, similares a de celulares, que irão realizar o exame.
Através da adesão do hospital ao programa Mais Saúde, Menos Fila, por meio de termo aditivo com o município, o hospital deve realizar 805 cirurgias e 100 exames por mês em diferentes especialidades, como oftalmologia, otorrinolaringologia, cirurgia reparadora e cirurgia geral até abril de 2024.
Atualmente, o Hospital São Julião recebe aproximadamente R$ 2,5 milhões por mês, sendo R$ 1,7 milhão do componente pré-fixado e R$ 765 mil pós-fixado, conforme a produção.
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Hospital São Julião, em Campo Grande (Foto: Divulgação)



