Justiça

Justiça torna réu homem que matou Edson a tiros em conveniência na Capital

Eurico Monteiro Garcia, acusado no caso e atualmente preso, passa a responder formalmente pela acusação de assassinar Edison Renato Gil Gonçalves

15 JAN 2026 • POR Vinícius Santos • 11h36
Suspeito com a arma na mão - WhatsApp/JD1 Notícias

A Justiça de Campo Grande recebeu a denúncia do Ministério Público (MPMS) e tornou réu Eurico Monteiro Garcia, 50 anos, pelo homicídio de Edson Renato Gil Gonçalves, 39 anos, ocorrido na madrugada de 30 de dezembro de 2025, em uma conveniência localizada no Jardim Leblon, na Capital.

O crime foi cometido de forma fria, cruel e sanguinária, sem qualquer hesitação por parte do réu, que já se encontra preso preventivamente. O episódio foi registrado por câmeras de segurança do local, que flagraram toda a ação.

De acordo com o MPMS, o homicídio teve como motivação um motivo fútil. O desentendimento teria se iniciado por um suposto “fura-fila” no uso do banheiro da conveniência, envolvendo a esposa de Eurico e outro cliente. 

Durante a discussão, a vítima Edson Renato Gil Gonçalves interveio com o intuito de apaziguar os ânimos e evitar o agravamento da situação, retornando logo em seguida à sua mesa, sem que o conflito continuasse naquele momento. 

O agora réu também permaneceu no local, consumindo bebidas, demonstrando aparentemente que a situação havia sido superada. No entanto, cerca de 30 minutos depois, Eurico Monteiro Garcia deixou o estabelecimento, retornando em seguida em uma motocicleta. 

Segundo a denúncia, ele dirigiu-se diretamente à mesa onde a vítima estava sentada e, portando um revólver calibre .38, efetuou diversos disparos contra Edson Renato Gil Gonçalves, que veio a óbito no local.

O MPMS qualificou o crime como homicídio por motivo fútil e por dificultar a defesa da vítima, destacando que Eurico Monteiro Garcia surpreendeu Edison Renato Gil Gonçalves, iniciando o ataque de forma repentina, sem qualquer possibilidade de reação imediata.

O Ministério Público requereu ainda que o réu seja submetido a júri popular pelo caso. O processo tramita na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, sob a presidência do juiz Carlos Alberto Garcete.

Vídeo do caso: 

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