Com a diminuição gradual de brancos e nulos nas pesquisas de intenção de votos, o levantamento da IPEMS/JD1 divulgado nesta segunda-feira (28), mostra o distanciamento do governador Eduardo Riedel (PP) dos demais candidatos, com um crescimento de 16,37%, em comparação com a mesma pesquisa feita em junho.

Enquanto que, no levantamento estimulado, feito de 5 a 10 de junho, Riedel tinha 45,24%. Nas coletas de 22 a 27 de setembro, o governador chega a 61,61% dos votos, o que indica vitória no primeiro turno.

Já o segundo concorrente, Fábio Trad (PT), no mesmo período analisado, teve um decréscimo de 0,24%, saindo de 12,53% para 12,29%.

Delcídio Amaral foi o candidato que mais caiu nas pesquisas. Em junho tinha 12,30%, podendo disputar o segundo lugar com Fábio Trad, em razão da margem de erro. Mas no último levantamento de setembro, o ex-senador parece com 5,02%, uma queda de 7,28%.

O quarto mais citado nas intenções de voto estimulado é o deputado estadual João Henrique Catan (NOVO), que também registrou queda de 2,82% no período comparado, saindo de 8,52% para 5,70%.

Ainda na pesquisa feita de 22 a 27 de setembro, Renato Gomes (DC) tem 1,53% das intenções de voto, seguido por Lucien Rezende (PSOL), com 0,69%, Jeferson Bezerra (Agir) tem 0,67% e Daniel Lemes (PCO) tem 0,42%.

Brancos e nulos são 6,47% e 5,60% não sabem ou não responderam.

Espontânea

Na pesquisa espontânea divulgada nesta segunda-feira (28), o maior percentual é de eleitores indecisos, que soma 64,19% que não sabem, ou não responderam.

Nesse cenário, Riedel também está na frente entre os candidatos, com 28,82% dos votos, seguido por Fábio Trad (4,68%), Delcídio (0,25%) e Lucien Rezende (0,20%). Jeferson Bezerra tem 0,17%, Renato Gomes 0,12% e Daniel Lemes 0,10%.

Dados

A margem de erro é de 3,42 pontos percentuais para mais ou para menos e grau de confiança de 95%. A pesquisa ouviu 820 eleitores em 27 municípios e foi registrada sob o número MS-00504/2026.

O levantamento de comparação de junho foi registrado sob o número MS-06820/2026, com margem de erro de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.