Mato Grosso do Sul tem 14.250 animais domésticos cadastrados no Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas). Os dados, compilados até 10 de setembro, mostram que são 9.116 cães e 5.134 gatos registrados na plataforma.

Do total, 860 cães e 583 gatos possuem microchip, enquanto 2.781 cães e 3.242 gatos aparecem como castrados. O sistema também contabiliza 11.047 tutores sul-mato-grossenses cadastrados como pessoas físicas.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o SinPatinhas integra o Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos (ProPatinhas). A plataforma permite reunir informações para acompanhar ações de identificação, castração e controle populacional de animais.

Desde outubro de 2025, o sistema também é utilizado para monitorar ações financiadas com recursos de transferências voluntárias do Governo Federal destinadas à microchipagem e à esterilização cirúrgica de cães e gatos.

Em todo o país, o SinPatinhas já reúne cerca de 1,8 milhão de cadastros, sendo mais de 1 milhão de cães e 743.367 gatos.

Entre os estados, São Paulo concentra o maior número de registros, com 538.059 animais, seguido por Rio de Janeiro, com 175.656, e Paraná, com 166.271. Minas Gerais soma 122.289 cadastros e o Rio Grande do Sul, 91.800.

Castração e microchipagem

Até setembro de 2026, 245.860 animais foram atendidos em ações de castração e microchipagem realizadas com recursos do ProPatinhas e monitoradas pela plataforma. São 131.632 cães e 114.228 gatos.

Atualmente, 14 organizações da sociedade civil e 29 municípios utilizam o sistema para registrar procedimentos previstos em seus planos de trabalho. As informações também auxiliam na prestação de contas e no acompanhamento da aplicação dos recursos públicos.

O cadastro no SinPatinhas pode ser feito gratuitamente por meio de uma conta Gov.br. Após o preenchimento das informações do animal, o sistema gera uma carteirinha digital com QR Code, que pode ser colocada na coleira e facilitar a identificação e a devolução em caso de perda.

Além dos tutores, podem utilizar a plataforma médicos veterinários, clínicas e hospitais veterinários, organizações da sociedade civil, protetores independentes e órgãos públicos, conforme as regras do programa.

O Governo Federal também desenvolve um módulo de auditoria e monitoramento, que deverá permitir identificar inconsistências nos registros e ampliar o acompanhamento das ações. Outra funcionalidade em desenvolvimento é um perfil específico para protetores independentes, com informações sobre os animais sob responsabilidade de cada um.