Os restos mortais do jogador Mané Garrincha desapareceram do Cemitério da Raiz da Serra em Magé (RJ). A administração do cemitério não sabe explicar o que aconteceu. De acordo com o site Uol, os familiares confirmaram a informação do sumiço. Mané foi jogador da Seleção Brasileira e faleceu em 1983.

O “desaparecimento” foi constatado pelo prefeito da cidade, Rafael Tubarão. Ele foi ao exato local onde o jogador foi sepultado para fazer uma homenagem ao craque, que completaria este ano 84 anos. 
A pesquisa foi realizada, pois existem duas sepulturas com o nome de Garrincha. Uma onde ele foi sepultado e depois retirado para enterrar outro parente, e a outra construída pela prefeitura de Magé. 

De acordo com os documentos, checados pela Secretaria de Ação Social, existia a informação de que o corpo tinha sido exumado, mas a família disse que não acompanhou o processo, que ocorreu há dez anos. O documento não diz para onde foram levados os restos mortais do jogador. 

A administradora do cemitério, Priscila Libério, revelou que o corpo foi colocado em um nicho de gavetas do próprio cemitério. Mas não existem documentos que comprovem a informação. Rafael Tubarão disse a família que se concordarem, ele pode viabilizar a exumação e DNA em todas as sepulturas para encontrar Garrincha. 

Além da Seleção Brasileira, Mané Garrincha jogou pelo Botafogo. Por problemas com o álcool, o jogador morreu aos 49 anos em 20 de janeiro de 1983, ele conquistou dois títulos pelo Brasil nos anos de 1958 e 1962.