A 11ª Promotoria de Justiça de Dourados instaurou um inquérito civil para investigar possíveis impactos ambientais e urbanísticos provocados pelas atividades de uma entidade religiosa. O procedimento visa apurar a regularidade do local.

A investigação teve início após moradores denunciarem problemas de perturbação do sossego e a ausência de documentação definitiva para o funcionamento do templo. Uma vistoria técnica no imóvel confirmou que os níveis de ruído violam os limites legais.

Durante as diligências preliminares, fiscais identificaram uma série de pendências administrativas e urbanísticas ligadas ao alvará da instituição. O Ministério Público busca agora conciliar a liberdade de culto com o sossego da coletividade.

A Promotoria solicitou que órgãos municipais realizem novas fiscalizações sanitárias, de segurança e de postura urbana no endereço. O descarte correto de resíduos sólidos produzidos pela entidade também será alvo de análise detalhada.

Novas medições de poluição sonora devem ser agendadas para verificar se os responsáveis adotaram medidas de isolamento acústico. Caso as irregularidades persistam, a instituição religiosa poderá sofrer sanções ou interdição.