O projeto “Campão Graffiti – Dia do Graffiti: conhecimento e movimento” chega à sua 4ª edição em novembro e está com inscrições abertas para artistas sul-mato-grossenses. Serão disponibilizadas seis vagas, destinadas a b-boy, b-girl, rapper, DJ, grafiteiro e grafiteira.

Para participar, é necessário comprovar no mínimo dois anos de atuação na área artística. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 1º a 20 de outubro, por meio do formulário disponível no Instagram oficial do evento: @campaografitti

Os artistas selecionados receberão um cachê de R$ 500,00 e se apresentarão no dia 22 de novembro de 2025 (sábado), durante o encerramento do evento, que será realizado na Vila Nhanhá, em Campo Grande, em parceria com a ONG Núcleo Humanitário da Nhanhá, que atende crianças em situação de vulnerabilidade social.

A programação do festival acontece entre os dias 20 e 22 de novembro de 2025, em celebração ao Mês do Hip Hop e ao Dia Mundial do Hip Hop, comemorado em 12 de novembro. O evento ocupará a Vila Nhanhá com arte, música e atividades comunitárias. A abertura será no dia 20, com uma roda de conversa e apresentações com artistas convidados do Amazonas, Pará e Bahia. No dia 21, haverá oficinas de graffiti e tipografia, promovendo trocas de técnicas e experiências entre artistas locais e nacionais. Já no dia 22, o encerramento contará com uma confraternização, exposição das artes produzidas nas oficinas, feira de economia criativa e as apresentações dos artistas selecionados no chamamento público.

Segundo o idealizador do projeto, San Martinez, o Campão Graffiti vai além da arte: "A ideia é mostrar que o Hip Hop é muito mais do que música ou pintura em muro, é vivência, resistência e potência da quebrada. Queremos conectar a sociedade com a arte, instigar a criatividade, valorizar a cena da Capital e abrir espaço para que artistas da periferia troquem experiências com talentos nacionais. O Campão Graffiti não é só festa – é ação social, formação e prova de que o Hip Hop transforma realidades."

O projeto tem financiamento da Lei Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura, Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Setesc e Governo do Estado. Conta ainda com apoio da ONG Núcleo Humanitário da Nhanhá, ColorGin, Sherwin Williams, Vitória Tintas, Águas Guariroba, Montana Colors, Beto Sucos e TransCine.