Polícia
Justisça decreta prisão de suspeitos na morte de agiota em Campo Grande
Decisão atinge três indivíduos, inclusive, Kauan Henrique, que foi citado como conhecido e teve discussão acalorada com Matheus de Castro um dia antes
A Justiça de Mato Grosso do Sul decretou a prisão preventiva dos suspeitos de estarem envolvidos na morte do agiota Matheus Luiz de Castro Vasconcelos, de 22 anos. O homicídio aconteceu na manhã de quarta-feira, dia 22, no Parque Novos Estados, em Campo Grande.
Os mandados de prisão, assinado pelo juiz Carlos Alberto Garcete, da 1° Vara do Tribunal do Júri, atinge, inclusive, Kauan Henrique Oliveira dos Santos, de 18 anos, que já havia se manifestado por meio do advogado Wilian Frata, que declarou que o suspeito iria se apresentar por videoconferência em breve.
Kauan é citado diretamente no boletim de ocorrência como suspeito, uma vez que teve uma discussão acalorada com Matheus na terça-feira, dia 21 - um dia antes da sua morte. Porém, detalhes sobre quais situações que recaem no indivíduo não foram divulgadas.
A defesa de Kauan mantém o discurso de que ele não é o mandante do crime e acredita que "os verdadeiros culpados irão aparecer". "Estamos em busca da verdade", declarou Frata, advogado do investigado.
Até o momento da expedição do mandado de prisão, ele não havia se apresentado, tampouco os outros dois envolvidos, que também não tiveram detalhes de cada participação divulgada.
Com o mandado de prisão em vigor, ambos passam a ser considerados foragidos da Justiça.
Matheus Luiz de Castro foi assassinado com vários disparos de arma de fogo enquanto estava na própria residência, no Parque Novos Estados. Ele estava no imóvel que passava por reforma, quando foi surpreendido pelos indivíduos que chegaram em uma moto, invadiram a casa, executaram e fugiram do local na sequência.
A vítima atuava como agiota, assim como Kauan, que é apontado como suposto mandante da execução.