Política
Prefeitura amplia em R$ 600 mil crédito extra e Câmara vota abertura de R$ 5,2 milhões
Projeto enviado inicialmente com previsão de R$ 4,6 milhões recebeu emenda do próprio Executivo elevando o valor milhões
A Câmara Municipal de Campo Grande vota nesta quinta-feira (11) um projeto da prefeitura que amplia em R$ 600 mil o valor inicialmente previsto para abertura de crédito adicional especial no Orçamento. A proposta, que chegou à Casa com previsão de R$ 4,6 milhões, recebeu uma emenda do próprio Executivo elevando o montante para R$ 5,2 milhões, reforçando a necessidade de ajustes em despesas que não haviam sido contempladas na Lei Orçamentária Anual.
Do total, R$ 3 milhões serão destinados à Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha), para custear a administração do condomínio Vila da Melhor Idade e ações do programa Sonho Seguro. Outros R$ 1,2 milhão serão direcionados à Secretaria Municipal de Infraestrutura para despesas com indenizações, desapropriações e convênios.
A proposta ainda prevê R$ 446,8 mil para a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), R$ 416 mil para o Fundo Municipal de Assistência Social, R$ 140 mil para a área da cultura e R$ 25 mil para ações ambientais.
O aumento do valor em relação ao texto original ocorre por meio de adequações promovidas pelo Executivo. Os créditos adicionais são utilizados para cobrir despesas não previstas no orçamento aprovado anteriormente, mediante remanejamento ou anulação de dotações existentes.
Além da matéria orçamentária, os vereadores analisam projetos que denominam espaços públicos da Capital. Um deles dá o nome de Praça Gislaine Eilert Barcellos a uma área no Bairro Mata do Segredo, em homenagem à advogada e liderança comunitária falecida em 2025. Outro denomina como Praça Clotilde Faustino Limeira um espaço localizado no Residencial Betaville.
Também está prevista a votação, em segunda discussão, do projeto que cria o Programa Municipal de Acompanhamento Pós-Alta Hospitalar. A proposta prevê atendimento médico, psicológico e social a pacientes após a saída dos hospitais, com ações coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde para reduzir complicações e reinternações.