Pré-candidato
Flávio lê carta de Bolsonaro e aposta na "onda azul" e diz que falta só o Brasil virar à direita
O senador afirmou que foi escolhido pelo pai para ser o porta-voz do grupo político
Em uma live no YouTube, na manhã deste sábado (11), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou uma carta escrita à mão pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reforçando o apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026.
No manuscrito, o ex-presidente pede união entre os aliados e afirma que não é hora de rachas internos. "O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento. Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade. Um afetuoso abraço a todos, na certeza de que juntos tudo faremos pela nossa pátria", diz um trecho da carta.
Além de ler a carta na íntegra, Flávio falou brevemente sobre a viagem que fez aos Estados Unidos. Segundo ele, tentou negociar a retirada das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos brasileiros. "Eu fui lá tentar usar a força política para evitar que esse tarifaço do governo americano acontecesse. Não sei se vou conseguir, mas fico com a consciência tranquila", afirmou.
O senador também citou a chamada "onda azul", movimento que, segundo ele, tem levado candidatos de direita ao poder em países da América Latina, e afirmou que "falta só o Brasil". Flávio ainda defendeu que os eleitores deem atenção às eleições proporcionais para que a direita conquiste maioria no Congresso Nacional e consiga aprovar pautas como a redução da maioridade penal e da carga tributária.
Por fim, Flávio afirmou que foi escolhido pelo pai para ser o porta-voz do grupo político. "Isso é muito importante para evitar que existam falas conflitantes ou direções diferentes que, porventura, alguém possa estar seguindo em paralelo à nossa pré-campanha. Em um segundo momento, ele disse que este é o 'deadline', chegou a hora de todo mundo cair dentro", concluiu.