Ao apresentarem propostas para o meio ambiente e sustentabilidade, os candidatos ao Governo do Estado, comentaram sobre a Preservação do Pantanal e do Cerrado, avanço da celulose, mineração, queimadas, recuperação de nascentes e os limites da atividade econômica diante de riscos ambientais.

Tema foi abordado na sabatina 'Frente a Frente – Eleições 2026' com o governador Eduardo Riedel (PP), Fábio Trad (PT), Delcídio do Amaral (PRD), Lucien Rezende (PSOL) e João Henrique Catan (Novo).

EDUARDO RIEDEL

JD1: Candidato, Mato Grosso do Sul já viveu duas grandes experiências recentes com a implantação da indústria da celulose, em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo. Ficaram algumas situações que exigiram soluções mitigadoras e milhões de reais em compensações, além dos reflexos na fauna, na flora e nas questões sociais. Estamos agora entrando na fase da Arauco, em Inocência. O que o Estado aprendeu com Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo e o que será feito de maneira diferente para que Inocência não repita problemas que já conhecemos?

Riedel: Primeiro, precisamos separar a questão ambiental da questão social. São muito distintas. O aprendizado foi muito grande, especialmente em Ribas. Três Lagoas foi o início desse processo, com unidades menores. Ribas recebeu a maior fábrica do mundo. A Arauco será ainda maior que Ribas e com um componente diferente: Inocência tem 8 mil habitantes.

Hoje, há 14 mil trabalhadores lá. Quando você vai a Inocência, vê o efeito social? Vê. Mas não existe hoje o drama que tivemos em Ribas, porque as contrapartidas exigidas da empresa foram trabalhadas a partir do aprendizado de Ribas: alojamento, distância até a unidade de produção, transporte, segurança pública e saúde.

Hoje existe em Inocência um posto muito bem equipado, fornecido pela empresa, à disposição dos 14 mil trabalhadores e da própria população. Nesse período, conseguimos estruturar uma situação para atender ao momento.

Temos uma curva de pessoas que cresce exponencialmente, permanece cerca de um ano e meio nesse pico e depois diminui. São 14 mil trabalhadores, mas ficarão cerca de 2 mil empregos diretos na unidade e 6 mil profissionais na área florestal.

Parte desses trabalhadores vem de fora, participa da construção e, depois, migra para outros setores ou retorna ao seu destino. Mas a estrutura da cidade muda. Muda na saúde e na educação. Em Ribas, entregamos uma escola para mil alunos em razão do aumento da população. Habitação é outra grande demanda.

Precisamos estar atentos ao segundo momento. Hoje, temos os alojamentos, mas, depois, permanecem os trabalhadores que demandarão habitação.

JD1: Com relação ao meio ambiente, Ribas não dá um exemplo com o Rio Pardo, que está poluído, vamos dizer assim? Há a questão das macrófitas. Seria um desarranjo?

Riedel:  A questão ambiental tem três eixos: biodiversidade, carbono e água. Um dos fatores da melhoria do balanço de carbono do Estado é o aumento da floresta plantada.

Tínhamos 2 milhões de hectares degradados dez anos atrás e hoje temos 2 milhões de hectares de florestas plantadas no lugar dessas pastagens degradadas. Esse ciclo de produção é altamente benéfico para o balanço de carbono, principalmente quando o produto é destinado a fábricas de ciclo fechado e altamente sustentáveis.

O que é isso? A fábrica gera a própria energia, exporta energia limpa de biomassa e contribui para o meio ambiente nesse sentido. Não há resíduo, porque ele é reaproveitado no ciclo de produção da celulose. São fábricas ultramodernas.

Qualquer mudança ou intervenção precisa ser analisada com cautela e corrigida.

SBT-MS: Candidato, quando se fala em meio ambiente, não se fala apenas em natureza, mas também no ambiente em que a população vive. O senhor acha que falta aprofundar mais a análise do impacto para a população durante a construção dessas fábricas? Teremos outro grande empreendimento em breve, em Bataguassu, com a fábrica da Bracell.

Eduardo Riedel: O impacto ocorre principalmente durante a construção. Não é necessariamente um problema ambiental, mas social. No nosso entendimento, esse impacto já está muito mais mitigado.

Também precisamos observar as consequências positivas e as oportunidades geradas pelas centenas de negócios que gravitam no entorno de um empreendimento como esse. São centenas de negócios: serviços, restaurantes, borracharias, logística, hotéis, medicina, odontologia, saúde, beleza e estética.

É uma mudança completa de oportunidades para uma região, não apenas para um município. Um ambiente de prosperidade se estabelece naquele local.

Existem problemas? Claro que existem, e precisamos solucioná-los. Agora, dentro das cidades, o maior desafio que temos enfrentado, falando em meio ambiente, é o saneamento. Precisamos prestar atenção nisso.

 

Fábio Trad

JD1: Candidato, o seu plano de governo cria um Plano Estadual de Proteção e Recuperação do Pantanal e um programa específico para a Serra da Bodoquena, mas não apresenta instrumentos semelhantes para o Cerrado, embora o plano reconheça e dê um diagnóstico sobre a degradação desse bioma. O Cerrado ficou em segundo plano no seu programa? O senhor criaria um plano estadual específico para protegê-lo?

Fábio Trad: O nosso programa de governo está em aberto, porque os fatos mudam, a realidade é dinâmica e nós temos que incorporar as melhores propostas de acordo com a evolução da dinâmica contemporânea.

Nós temos cinco biomas no Estado de Mato Grosso do Sul, vamos preservá-los. Não vamos brigar com a produção. Nós entendemos que produção e preservação são absolutamente conciliáveis, mas nós precisamos ter um olhar muito atento para o Pantanal, porque a Bacia do Alto Paraguai, que é a caixa d'água do Pantanal, está sofrendo com várias nascentes sendo comprometidas.

E essa questão relacionada à frequência de incêndios, que também traduz inépcia gerencial do governo do Estado, tem que ser aliada, em termos de preocupação, com a falta de água no Pantanal. O Pantanal está perdendo água, gente. O Pantanal está perdendo muita água.

E a questão dos incêndios no Pantanal: em 2025, 90 mil hectares queimados, mais do que a metade de 2024, que foram 22 mil hectares. Então, o que nós precisamos fazer? Qualificar de forma permanente as brigadas de incêndio antes da fumaça.

Se tem fumaça, falhou a prevenção. Nós temos que pagar por serviços ambientais, nós temos que explorar turisticamente o Pantanal, preservando o bioma, mas também precisamos reconhecer que é um ativo econômico, desde que haja sustentabilidade.

E vamos também, por satélites, por meios tecnológicos, fazer mapeamento das zonas de risco mais vulneráveis aos incêndios para preservar este bioma fundamental, que é o coração de Mato Grosso do Sul.

JD1: Ainda sobre o Cerrado, o Ministério Público está investigando, na região de Ribas e Água Clara, o desaparecimento de 400 nascentes, pelo menos, em função da plantação do eucalipto. Uma vez eleito, que medidas o senhor adotaria para tentar reverter isso, já que a perda de nascentes já está praticamente estabelecida?

Fábio Trad: São 400 nascentes, como você muito bem disse, 1 milhão e 700 mil hectares de eucalipto plantado no Estado. Isso equivale a 80% do Estado de Sergipe dentro de Mato Grosso do Sul, só de eucalipto.

Mas eu quero deixar bem claro aqui: eu não sou contra a indústria da celulose. Eu sou a favor, desde que haja critérios rigorosos de sustentabilidade ambiental. Nós não podemos sacrificar as populações rurais, escolas rurais que estão sendo obrigadas a se mudar para a cidade. Nós não podemos sacrificar as nascentes.

Então, nós temos que apresentar um plano emergencial de recuperação dessas nascentes, avaliar com critério o impacto hídrico da plantação de tantos eucaliptos, porque o que nós queremos é desenvolvimento, sim, mas um desenvolvimento que tenha responsabilidade ambiental, social, cultural, para que Mato Grosso do Sul não seja visto lá fora como um Estado inconsequente no plano ambiental.

SBT: Candidato, a simbiose, a coexistência da expansão agrícola com a preservação ambiental é um desafio. E, nesse sentido, em Bonito, esse desafio parece ser ainda mais criterioso e muito mais discutido. O que o senhor faria lá para que coexistissem esses dois ambientes: sustentabilidade e também expansão agrícola?

Fábio Trad: Antes de responder à sua pergunta, querido Marcos Anello, também deixar claro que há de haver transparência nas autorizações para desmatamento. É preciso luz nisso aí.

A questão relacionada a Bonito é um ativo, é um ativo turístico, econômico, cultural. Nós temos o Festival de Inverno. O que nós temos que fazer em Bonito é fortalecer o Imasul. Nós temos que trabalhar em conjunto com o município de Bonito, convocar também os produtores rurais que obedecem à lei ambiental, fazer pagamento a eles por serviços ambientais e conciliar exploração turística — é uma indústria limpa — com o desenvolvimento econômico, mas com uma premissa da qual não abro mão.

A renda gerada pelo turismo, pela cultura, não pode ir embora. Ela tem que ficar em Bonito. Nós temos que criar uma logística de turismo naquela região e explorar outros nichos turísticos no Estado de Mato Grosso do Sul: afroturismo, turismo rural, turismo gastronômico. Isso é possível e vamos fazer.

Delcídio Amaral

JD1: Seu plano de governo detalha expansão de hidrovias, dragagens e portos, mas não apresenta um eixo específico de meio ambiente nem políticas claras para queimadas, crise climática, desmatamento ou proteção do Cerrado. Como ampliar essa infraestrutura sem aumentar a pressão sobre o Pantanal? Qual é sua política concreta de preservação dos biomas?

Delcídio Amaral: Esse plano de governo foi retificado e isso deve constar nas nossas justificativas ao Tribunal Regional Eleitoral. Sou pantaneiro e conheço muito bem o Pantanal. Minha família está lá há mais de 100 anos.

O Pantanal é um dos poucos exemplos de sustentabilidade. Você tem uma atividade econômica aliada à sustentabilidade e ao respeito ao meio ambiente. Defendo que Corumbá, pela posição estratégica que tem, se projete como um grande modal logístico para importação e exportação.

O Rio Paraguai vai se tornar um grande modal de transporte para a descida de minério e subida de combustível e fertilizante. Tudo dentro do que o meio ambiente determina e do conceito de sustentabilidade.

Também precisamos aproveitar o potencial do Pantanal para entrar no mercado de sequestro de carbono. Você preserva o meio ambiente e gera renda. Sou desenvolvimentista, mas conheço bem sustentabilidade.

JD1: Se estudos técnicos demonstrarem que determinada dragagem ou ampliação portuária pode alterar significativamente a dinâmica ambiental do Pantanal, seu governo abriria mão da obra e priorizaria o meio ambiente?

Delcídio Amaral: Acompanhei esse projeto do Rio Paraguai desde Argentina, Uruguai e Paraguai. Criaram a discussão de que iria mexer na fauna e na flora, mas o nosso trecho é de assoreamento.

O pior trecho é o do Paraguai, que, com base em estudos de empresas internacionais de engenharia, fez as correções necessárias para utilizar a hidrovia. O nosso lado é assoreamento, é areia.

E por que não questionam o Rio Taquari? Havia um projeto bancado pelo Banco Mundial e o meio ambiente não deixou. A área assoreou e perdemos produção e geração de riqueza.

SBT: Como o senhor analisa a atual política de carbono neutro até 2030?

Delcídio Amaral: Isso é wishful thinking. Achar, esperar. Não vai acontecer. Você vai ter transição, e essa transição é importante, passa pelo gás natural.

Não é colocar energia renovável em tudo e chegar ao carbono zero. O petróleo vai continuar no jogo porque, do ponto de vista de fonte energética, ainda é mais barato.

O discurso é bonito, compreendemos as complicações climáticas que isso tem trazido, mas o petróleo vai continuar. A transição do petróleo passa pelo gás natural para, depois, incorporar um programa energético de energias renováveis. Em 2030, nem pensar.

Catan

JD1: No seu plano de governo, o senhor afirma que a fiscalização ambiental será focada no ilegal, mas a perda de vegetação nativa também pode ocorrer por supressões autorizadas. Seu governo pretende apenas garantir que a lei seja cumprida ou estabelecerá limites ambientais mais rigorosos para proteger, por exemplo, o Pantanal e o Cerrado, inclusive negando autorizações que sejam legais em tese, mas consideradas tecnicamente prejudiciais ao bioma?

João Henrique Catan: O que eu posso te falar é que esse governo que aí está estabelece vínculos de corrupção já denunciados pela Polícia Federal e pelo Gaeco dentro do órgão de controle, que é o Imasul. A Assembleia Legislativa foi obrigada a votar a Lei do Pantanal, que eu votei contra, porque estava refém da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. No nosso governo você não vai ver isso.

Nosso governo entende que aquilo que a gente tem de lei, trabalhado, vai dar ao produtor condições. O Pantanal está aumentando os incêndios porque o rebanho bovino está diminuindo. Mato Grosso do Sul perdeu. Hoje Mato Grosso tem um rebanho bovino maior do que o nosso. Nós vamos incentivar, com essa política de incentivo fiscal, para que possa aumentar a quantidade do rebanho. Nós vamos levar à produção.

O boi é o bombeiro do Pantanal. Quando você diz preocupação com o Pantanal, me preocupa muito, com o meio ambiente, o homem pantaneiro, as raízes culturais daquele povo que está lá sem escola, sem saúde, sem educação, sem segurança, sem acesso.

O que nós vamos fazer é instituir verdadeiramente um programa de PSA, de Pagamento por Serviços Ambientais. Aquele que preserva deve receber um incentivo.

Hoje os incentivos estão voltados em R$ 11 bilhões de renúncia de receita apenas para grupos econômicos. Quando você pega a nossa produção, o gado, a soja, o leite e vende no mercado interno, paga tributos, paga ICMS. Essa lógica está equivocada.

Nós vamos ajudar aquele que quer produzir, aumentar o gado no Pantanal, que é um dos locais de interesse de preservação. Nós vamos diminuir a matéria orgânica com o gado que vai estar lá comendo, produzindo, gerando emprego e renda.

JD1: O seu governo suspenderia ou negaria autorização no caso de risco ao meio ambiente em função da atividade econômica?

Catan: Nós vamos estar voltados à produção. No lugar de proibir, de punir, nós vamos remunerar através de prestação de serviços ambientais. É um tema novo e nós vamos trazer para o nosso plano de governo, aliás, já trouxemos. Nós vamos fazer isso acontecer.

Aquele que preserva vai receber por estar preservando. E as licenças, a legislação, nós vamos deixar como está.

O que nós vamos fazer é tirar a corrupção, a inércia de dentro do Imasul, que sofreu operações para não fiscalizar, para conceder licenças indevidas. Nós vamos construir uma ponte entre aquele que preserva e produz no Estado de Mato Grosso do Sul. Essa é a diferença.

JD1: O Partido Novo, na essência, diz que o excesso de burocracia estatal atrapalha a atividade produtiva. Relacionando isso ao meio ambiente, o senhor pode citar qual é a principal burocracia estatal?

Catan: É só você bater às portas do governo do Estado e ver como funciona para uma pessoa que está nos assistindo ter direito, acesso a uma vaga no Hospital Regional, a uma vaga dentro de uma Santa Casa, a uma vaga dentro de uma creche. Ela precisa pedir, precisa se humilhar para um vereador, para um deputado, para um prefeito, para alguém que trabalha dentro de um gabinete.

Tenta conseguir uma licença do Estado de Mato Grosso do Sul, dentro do Imasul. Você tem que fazer o quê? Pagar propina. É difícil, eles criam a dificuldade para depois vender facilidade.

O que nós vamos fazer é tirar essa mania que foi implementada dentro de Mato Grosso do Sul. Nós vamos levar isso tudo para dentro da palma da mão. A inteligência artificial, os programas, o software de computador. Hoje, o cara que não tem na mão a resposta no telefone está fora do mercado e vai estar fora do meu Estado.

Lucien Rezende

JD1: Seu plano de governo prevê maior fiscalização das mineradoras na região de Corumbá, mas não estabelece quais impactos seriam considerados inaceitáveis. Seu governo estaria disposto a suspender ou impedir a expansão de uma atividade minerária se estudos apontassem risco relevante para o Pantanal ou seus recursos hídricos?

Lucien: A gente acompanha e sabe que existe, agora nesses últimos anos, com o aumento do preço do ferro e do aço, essa situação impactada com centenas de carretas puxando minério de Corumbá. A gente tem conversado muito com companheiros em Corumbá e tem alertado.

Eu acredito que ninguém aqui tenha visto fiscalização nessas mineradoras. A gente tem a suspeita de que tem muita coisa que precisa ser transparente para mostrar para a população. Não tenha dúvida: se tiver alguma questão que envolve o meio ambiente, que possa acontecer igual aconteceu em Minas Gerais, em Brumadinho, em Mariana, a gente tem que suspender.

Porque aquilo ali, se estourar, complica todo o rio Paraguai, complica todo o meio ambiente, o sistema que nós temos no Pantanal. Se tiver que suspender para rever, tem que ser, porque não podemos focar só na riqueza e no recurso e cada vez mais degradar o meio ambiente.

JD1: Se um estudo constatar degradação ambiental, mesmo diante de um empreendimento que gera empregos, o senhor suspenderia a atividade? Como equacionaria o desemprego até a resolução da situação ambiental?

Lucien Rezende: A gente não pode querer penalizar o meio ambiente em questão de lucro, em questão de estar tendo sempre produção para proteger geralmente os grandes empresários. Sem dúvida nenhuma, o trabalhador que ali está vai ser amparado, vai ter a proteção dele.

Agora, nós não podemos, em hipótese alguma, avançar mais em degradação no meio ambiente do jeito que está sendo feito. No Pantanal, quando eu era mais jovem, a gente não via esses fogos com frequência. A gente vê que muitos desses fogos são criminosos. Então, isso é um conjunto, é o fogo, são as usinas que têm lá, e a gente tem que estar muito atento.

SBT-MS: O senhor citou a questão do assoreamento. Talvez o caso mais grave seja o do rio Taquari. O que o senhor faria para resolver isso?

Lucien: Tem estudos colocando a possibilidade de mexer para tirar o que tem dentro, o que o próprio produtor fez de colocar essas terras, esses rendimentos dentro do rio. Eu acredito que tem que ser feito um levantamento.

Nós temos hoje uma atuação muito boa da PMA. Ela trabalha, fiscaliza, porém, na hora que converge em valores, em multa, eu não vejo essa multa. Sempre tem um padrinho político, sempre tem alguém que passa pano nessa multa e ela não é paga.

Então, também tem que valorizar o trabalho da PMA. Eu acredito que tem que ser feito um levantamento com pessoas da área do meio ambiente para saber como resolver a questão do assoreamento. Tem que começar um estudo e apresentar. Acho que é bom ter parceria com o governo federal para resolver isso.