Um dos casos mais comentados nestes dias, além do Enem ,é claro foi o fato de uma dívida de quinze centavos resultar na morte do adolescente Ketson Diego da Silva Ronchi, de 17 anos, ainda acrescentar  dois baleados em um bairro de Campo Grande. O cenário da troca de tiros foi uma conveniência sendo que o pai e o irmão do dono do comércio foram presos em flagrante e estão a disposição da justiça, com as investigações a cargo do competentíssimo Delegado João Reis.
Para rememorar o fato, conforme o boletim de ocorrência, a confusão teria começado quando Ketson comprou quatro cervejas na conveniência e, ao sair, questionou, em tom intimidador, o proprietário Luiz Silva Ojeda por ter cobrado R$ 0,15 de seu amigo,que fizera uma compra no dia anterior. Valor esse que estava fazendo falta em sua compra. Às 22h15 Ketson retornou a conveniência acompanhando de dois amigos e disseram: “aqueles quinze centavos, você vai ter que pagar para mim”, momento em que ocorreu uma discussão e Reginaldo Silva Ojeda, 22, irmão de Luiz, deu um soco em Ketson. A partir daí iniciou-se numa briga generalizada entre Luiz, Reginaldo, Natividade e os outros três que informaram que retornariam. Natividade foi até a sua casa e buscou um revólver calibre .32. Luiz ligou para outro irmão, Paulo Ojeda, 28, que foi ao local armado com revólver calibre .22. Ambos ficaram em frente da conveniência por volta das 00h30. Neste momento Luiz correu para os fundos do comércio quando escutou disparos de arma de fogo. Ao retornar ao interior da conveniência viu uma moto caída na frente do comércio.
Ele perguntou a Paulo que respondeu que efetuou três disparos revidando os disparos feitos pelos jovens. Por volta de 1h, ouviu novamente o barulho de motos seguido de um disparo. Ketson foi morto com um tiro na nuca. Evidentemente, sabemos que pessoas se vão. Sim, as pessoas as vezes precisam nos deixar, é fato notório, assim como os dias, um dia vai e o outro vem… Mas algumas dessas pessoas levam com elas parte do seu coração! Daí se torna difícil, retornar a vida sem um pedaço deles. Agora imaginem quando a vida se esvai após uma simples compra em uma conveniência. Concordo que nem sempre é fácil entender o que sentimos. Principalmente quando sentimos o que não queremos mas a vida deve e precisa ser valorizada,devemos sempre pensar e repensar nossas ações para que a vida não nos cobre mais do que possamos pagar.Que esse caso seja um exemplo de reflexão para nossas vidas.Sempre há uma saída pacífica para todos os conflitos.Agora uma pergunta para pensar:Se todos se derem as mãos...quem puxará o gatilho?