Hoje, 17 de agosto, é comemorado o dia do Patrimônio Histórico no Brasil. A Lei nº 378, de 1937, criada no governo de Getúlio Vargas, sancionou a criação do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), com o objetivo de proteger e preservar os bens culturais do país.

Ao JD1, o professor e superintendente do Iphan MS, João Santos, explicou sobre a importância de preservar os patrimônios públicos, que não deve ser compreendida somente num âmbito nacional, mas também em esferas regionais como estados e cidades. Isso devido à capacidade de o patrimônio, seja ele material (prédios e construções) ou imaterial (diversas formas de expressões) auxiliar na formação de uma identidade coletiva e pelo fato de o indivíduo ter um sentimento natural de pertença ao local onde nasceu ou vive; ou seja, que contribui para a identificação e integração numa determinada sociedade.

"O patrimônio cultural traz toda a memória, identidade e referências da população brasileira, dos Sul-mato-grossenses e Campo-grandenses. Por isso a importância de se preservar o patrimônio cultural, seja ele de natureza material ou imaterial", destacou João.

Campo Grande é rico em patrimônio e os preservar é dever dos Campo-grandenses, já que eles revelam a identidade da Cidade Morena. Entre eles estão: Obelisco (1933); Monumento das Araras (1964); Busto José Antônio Pereira (1972); Cabeça de Boi (1995); Carro de Boi (1996), entre outros.

Confira:

 

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