Economia
Segundo Longen, Brasil começa novo rumo já semana que vem
O presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, apresentou na tarde desta terça-feira (2) os números das indústrias, investimentos e projetos futuros, destacando as melhores expectativas e apontando uma “luz” de esperança para o restante do ano de 2016.
“Nós estamos otimistas, conseguimos enxergar um amanhã melhor, essa luz no fim do poço que enxergamos hoje ela se acendeu. Esse nosso novo Brasil começa já semana que vem”, ressaltou Longen, mencionando o processo de Impeachment que tem a expectativa de ser votado no próximo dia 11. Ele destaca que todo o rito no senado federal não tem animado apenas os industriais, como também já tem dado uma nova visão dos investidores.
“Não só para nós empresários da indústria, mas para fundo de investimentos que já veem o Brasil dando a resposta necessária aos anseios da sociedade. Para fazer com que o Brasil volte a ser aquela potência que foi no passado e que temos todas as condições para isso nós acreditamos nisso e defendemos que o Brasil volte aos trilhos e tenho confiança que ele irá voltar aos trilhos em breve inclusive já em 2016 com o equilíbrio nas contas públicas”.
Sérgio destaca que a partir do momento já é possível direcionar programas para fortalecimento de mercado, não somente externo, mas aponta que o Brasil precisa olhar para o seu próprio mercado e ressalta que a nova equipe (que está sendo formada pelo novo governo) tem condições necessárias para fazer o país voltar a ser competitivo.
Longen explica ainda que o maior inimigo do Brasil seja os mais 11,1 milhões de trabalhadores desempregados, destaca que precisa resgatar esses trabalhadores para o consumo e colocá-los de volta no mercado e assim voltarão na roda e volta a ter um crescimento por desenvolvimento e não por aumento dos impostos.
O presidente da Fiems finalizou destacando que os governos hoje têm aumentado tarifas para melhorar as contas, mas diz acreditar que as receitas devem aumentar pelo desenvolvimento e que os maiores desafios das indústrias é em primeiro lugar o desemprego e a baixa competitividade interna, ressalta que hoje é mais em conta importar alguns produtos do que comprá-los no Brasil é o país precisa de um equilíbrio nesse sentido para ter melhor desenvolvimento industrial.