A taxa de desemprego em Mato Grosso do Sul foi uma das que se mantiveram com o índice abaixo da média do Brasil e diminuiu no terceiro semestre, com relação ao segundo semestre de 2023.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 4,1% para 4% no período, enquanto no país, a porcentagem passou de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro. “A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa da redução da desocupação”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

Mato Grosso do Sul, é ainda o 4° estado com menor taxa de desemprego, atrás de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%)

Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego, ao passar de 5,1% para 7,6%.

No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%).

Taxa de desocupação, por UF, frente ao trimestre anterior (%) -3º trimestre de 2023

UF 2T 2023 3T 2023 situação
Roraima 5,1 7,6 ↑
Bahia 13,4 13,3 →
Pernambuco 14,2 13,2 →
Amapá 12,4 12,6 →
Rio de Janeiro 11,3 10,9 →
Rio Grande do Norte 10,2 10,1 →
Piauí 9,7 9,9 →
Sergipe 10,3 9,8 →
Amazonas 9,7 9,6 →
Paraíba 10,4 9,3 →
Ceará 8,6 9,2 →
Alagoas 9,7 9,0 →
Distrito Federal 8,7 8,8 →
Pará 8,6 8,0 →
Minas Gerais 5,8 6,0 →
Goiás 6,2 5,9 →
Espírito Santo 6,4 5,5 →
Rio Grande do Sul 5,3 5,4 →
Tocantins 6,5 5,4 →
Paraná 4,9 4,6 →
Mato Grosso do Sul 4,1 4,0 →
Santa Catarina 3,5 3,6 →
Mato Grosso 3,0 2,4 →
Rondônia 2,4 2,3 →
Brasil 8,0 7,7 ↓
São Paulo 7,8 7,1 ↓
Maranhão 8,8 6,7 ↓
Acre 9,3 6,2 ↓