Economia
Dia dos Pais: especialistas orientam consumidores a redobrar cuidados para evitar golpes nas compras on-line
Com o aumento das promoções para a data, criminosos aproveitam a movimentação do comércio para aplicar fraudes. Conhecer os direitos do consumidor também ajuda a evitar prejuízos
Com a aproximação do Dia dos Pais, comemorado neste domingo (9), o movimento no comércio e nas lojas virtuais aumenta em busca do presente ideal. Junto com as ofertas e promoções, cresce também o risco de golpes financeiros, principalmente nas compras pela internet, o que exige atenção redobrada dos consumidores antes de finalizar qualquer transação.
O alerta é reforçado por uma pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), realizada em parceria com o Datafolha. O levantamento aponta que 34% dos brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe ou fraude financeira em 2025, cenário que torna ainda mais importante a adoção de medidas de segurança em datas de grande movimentação comercial.
Segundo a gerente de Prevenção a Fraudes do Banco Mercantil, Lívia Silva, os criminosos costumam aproveitar períodos de maior procura por produtos para divulgar falsas promoções e criar páginas que imitam grandes lojas.
"A recomendação é não tomar decisões com pressa. Antes de comprar, o consumidor deve verificar se está no canal oficial da loja, conferir as informações da oferta e desconfiar de mensagens ou links inesperados. Pequenas checagens podem fazer diferença na hora de identificar uma tentativa de fraude", orienta.
Entre as práticas mais comuns estão sites falsos que reproduzem a identidade visual de empresas conhecidas, além de links enviados por e-mail, SMS e aplicativos de mensagens. A especialista recomenda que o consumidor observe atentamente o endereço eletrônico da página e evite acessar ofertas recebidas de remetentes desconhecidos.
Outro cuidado importante é nunca compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados de acesso a contas bancárias. Antes de confirmar qualquer pagamento, é fundamental conferir o nome do destinatário e o valor da transação. Caso haja qualquer divergência, a orientação é interromper a operação e procurar diretamente a empresa ou a instituição financeira.
"Uma página ou mensagem falsa pode reproduzir elementos visuais de marcas conhecidas e parecer legítima em um primeiro momento. O consumidor precisa observar a origem do contato e ter cautela diante de qualquer solicitação de informação confidencial", reforça Lívia Silva.
Além da prevenção contra golpes, especialistas lembram que o consumidor também deve conhecer seus direitos nas compras feitas pela internet. O Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento em até sete dias, contados a partir da assinatura do contrato ou do recebimento do produto, nas aquisições realizadas fora do estabelecimento comercial.
Também é recomendado guardar notas fiscais, comprovantes de pagamento, protocolos de atendimento e registros das ofertas anunciadas. Esses documentos podem ser essenciais caso seja necessário comprovar as condições da compra ou acionar os órgãos de defesa do consumidor.
Para a gerente do Banco Mercantil, informação e cautela são as principais aliadas do consumidor. "Conhecer os próprios direitos e adotar hábitos de atenção durante as compras são medidas que se complementam. Quanto mais informação o consumidor tiver, maior será sua capacidade de identificar situações suspeitas e saber como agir diante de um problema", conclui.
O alerta é reforçado por uma pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), realizada em parceria com o Datafolha. O levantamento aponta que 34% dos brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe ou fraude financeira em 2025, cenário que torna ainda mais importante a adoção de medidas de segurança em datas de grande movimentação comercial.
Segundo a gerente de Prevenção a Fraudes do Banco Mercantil, Lívia Silva, os criminosos costumam aproveitar períodos de maior procura por produtos para divulgar falsas promoções e criar páginas que imitam grandes lojas.
"A recomendação é não tomar decisões com pressa. Antes de comprar, o consumidor deve verificar se está no canal oficial da loja, conferir as informações da oferta e desconfiar de mensagens ou links inesperados. Pequenas checagens podem fazer diferença na hora de identificar uma tentativa de fraude", orienta.
Entre as práticas mais comuns estão sites falsos que reproduzem a identidade visual de empresas conhecidas, além de links enviados por e-mail, SMS e aplicativos de mensagens. A especialista recomenda que o consumidor observe atentamente o endereço eletrônico da página e evite acessar ofertas recebidas de remetentes desconhecidos.
Outro cuidado importante é nunca compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados de acesso a contas bancárias. Antes de confirmar qualquer pagamento, é fundamental conferir o nome do destinatário e o valor da transação. Caso haja qualquer divergência, a orientação é interromper a operação e procurar diretamente a empresa ou a instituição financeira.
"Uma página ou mensagem falsa pode reproduzir elementos visuais de marcas conhecidas e parecer legítima em um primeiro momento. O consumidor precisa observar a origem do contato e ter cautela diante de qualquer solicitação de informação confidencial", reforça Lívia Silva.
Além da prevenção contra golpes, especialistas lembram que o consumidor também deve conhecer seus direitos nas compras feitas pela internet. O Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento em até sete dias, contados a partir da assinatura do contrato ou do recebimento do produto, nas aquisições realizadas fora do estabelecimento comercial.
Também é recomendado guardar notas fiscais, comprovantes de pagamento, protocolos de atendimento e registros das ofertas anunciadas. Esses documentos podem ser essenciais caso seja necessário comprovar as condições da compra ou acionar os órgãos de defesa do consumidor.
Para a gerente do Banco Mercantil, informação e cautela são as principais aliadas do consumidor. "Conhecer os próprios direitos e adotar hábitos de atenção durante as compras são medidas que se complementam. Quanto mais informação o consumidor tiver, maior será sua capacidade de identificar situações suspeitas e saber como agir diante de um problema", conclui.