O Ministério da Justiça e Segurança Pública entrou em cena para tentar localizar a recém-nascida Ayla Emanuelly, de 28 dias, que está desaparecida em Campo Grande.

Como noticiado anteriormente, a bebê foi dada como desaparecida nesta sexta-feira, dia 7, mas ela foi avistada pela última vez na quinta-feira, na região no Jardim Monumento.

O alerta do Ministério Justiça informa que a bebê já está no quadro de alerta nacional com detalhes como características que podem facilitar sua identificação.

O caso reúne várias versões, nem todas oficiais ou apenas boatos que passaram a circular pelas redes sociais, como foi o caso de venda da bebê para quitar dívida com facção do pai, mas isso foi negado pela família.

Segundo relato de uma familiar, a suspeita vinha mantendo contato com a mãe desde o final da gestação.

A mulher frequentava a residência sob o pretexto de doar roupas e oferecer um ensaio fotográfico para a recém-nascida. Após tentativas frustradas de levar a criança para as fotos, a suspeita ofereceu dinheiro para que a mãe cuidasse de outra bebê em sua residência.

A mãe aceitou a proposta e foi ao local acompanhada da irmã de 12 anos, mas ambas teriam sido rendidas e amarradas ao chegar. A adolescente teria ficado presa no banheiro, enquanto a mãe foi mantida sob ameaça em outro cômodo com a filha.

Durante a madrugada, os criminosos teriam cobrado a entrega da bebê como condição para libertar as duas com vida. Os suspeitos teriam ameaçado matar e enterrar as vítimas em uma cova que alegavam já estar preparada no local.

Após aceitarem a exigência sob coação, as duas foram libertadas em um terreno baldio na Avenida Gury Marques por volta da 1h. A mãe compareceu à delegacia para registrar o boletim de ocorrência e prestar depoimento sobre os momentos de terror.