Sexta feira 7h30 da manhã, rua João Akamine entre a Manoel Inácio e a Antonio Maria Coelho, um veiculo Gol está pegando fogo.

As pessoas ali presentes, não sabem o telefone dos bombeiros, e tentam se socorrer do 190, telefone que ate uma criança conhece, e que em teoria existe para prestar socorro rápido ao cidadão ameaçado, ou em perigo. Número que pode ser a última providencia de um morador, para evitar uma tragédia, ou até mesmo uma morte.

Isso, na teoria, na pratica é diferente. Nesse dia, quando populares e moradores tentavam evitar a explosão de um carro, várias das chamadas para o 190 eram atendidas, porém, ainda na gravação que antecede o atendimento, caiam. Isso por alguns minutos. Na sequência, entre 5 e 10 longos minutos depois, o soldado que atende, informa o numero dos bombeiros, 193, mas não pode redirecionar a ligação, e nem avisar os bombeiros da ocorrência.

Feita a ligação, os Bombeiros chegam com 5 minutos, a essa altura porém com o carro quase consumido pelas chamas.

Agora fica a pergunta, fosse o último credito de um telefone pré pago, ou com a bateria de celular acabando, o que teria acontecido? Por que um serviço como o 190, não pode redirecionar rapidamente o telefonema, ou ao menos saber se a pessoa tem como ligar, antes de apontar como uma única saída uma nova chamada?

E nesse caso foi uma tentativa "bem sucedida", pois pouco mais de 5 minutos, para se falar com esse número de emergência, pode ser considerado um sucesso, segundo vozes da própria PM.

O 190 é uma inumanidade negativa, e segundo vozes da polícia, ele só permanece sob o comando direto do gabinete do secretário Vantuir Jacini, pois é lá que as bem comportadas estatísticas sobre a violência da capital são lidas, antes de serem divulgadas.

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