A família do empresário Adriano Correia, assassinado a tiros no dia 31 pelo policial rodoviário federal Ricardo Moon está indignada e revoltada com a liberdade concedida ao assassino. Segundo Ronaldo Correia, irmão da vítima, a família teme sim pela impunidade e não acredita na tese de legítima defesa. “Ele tem dupla nacionalidade, pode fugir para outro país e o crime passar impune”, afirmou.

Parentes e amigos de Adriano ficaram chocados com a decisão judicial. “Nós vamos lutar por justiça, vamos procurar o MPE, queremos que ele fique preso, ele matou por nada”, indignou-se Correia bastante abalado. Uma espécie de coletiva foi feita na casa da avó do empresário morto.

Adriano morreu atingido por três tiros disparados por Ricardo após uma suposta briga de trânsito na Avenida Ernesto Geisel. Além dele, o policial rodoviário federal que usou sua arma de serviço para cometer o homicídio, também acertou duas outras pessoas que estavam na caminhonete. Os ocupantes da caminhonete explicaram que Adriano tentou desviar de um buraco e o PRF mandou parar. "Ambos acabaram