Uma série de reuniões iniciadas neste sábado (11), e que se sucederão até segunda-feira (13), devem dar a modelagem final do que será o pacote de ajustes na maquina pública. Redução em 20% do numero de comissionados e contratados, fusão de secretarias, e fundações como a FCM (Fundação de Cultura de MS), rebaixadas a condição de superintendências.

Além de diminuir o tamanho e o custo da máquina pública, o projeto que será enviado para a Assembleia Legislativa, colocará mais atribuições dentro de algumas secretarias, ao diminuir as estruturas que as desempenham, mas incorporando estas, a outras pastas, e com corpos funcionais reduzidos  e em teoria mais baratos.

Ao menos essa é uma das propostas que o governo do estado tem para debelar um déficit mensal, e que vai para aprovação do legislativo estadual na terça feira.

Ele  será acompanhada de outras medidas, de caráter administrativo, e que deverão reduzir valores de contratos, diminuição de alguns serviços, e a não concessão de reajustes salariais.
Até mesmo a implantação de relógios de ponto, foi anunciada como forma de tapar ralos, que sugam a administração mensalmente.

Todo esse conjunto de ações terá que se mostrar eficiente, para diminuir um déficit mensal que atingiu um número aproximado de 100 milhões por mês, após a queda da receita de ICMS s do gás boliviano que decresceu em janeiro em torno de 60 milhões mensais. Os prejuízos são estratosféricos.

Os secretários Eduardo Riedel, Sérgio de Paula, o consultor jurídico Felipe Matos e o próprio governador Reinaldo Azambuja, devem fazer reuniões até amanhã, para tentar fechar os detalhes finais do pacote que vai à Assembleia.