Geral
Justiça nega autorização para Jarvis Pavão ir ao velório do irmão
Permissão foi negada devido a chance do narcotraficante fugir do país
O narcotraficante brasileiro, Jarvis Chimenses Pavão, pediu às autoridades paraguaias a permissão para ir ao velório do irmão, Ronny Chimenses Pavão, executado a tiros, na noite desta terça-feira (15), em Ponta Porã. Segundo a juíza de execução Yolanda Morel, a aprovação já foi cancelada devido a chance de Jarvis usar o sepultamento para fugir do país.
De acordo com a rádio site ABC Cardinal, que entrevistou advogada de Jarvis, Laura Casuso disse que a não presença do narcotraficante no velório do seu irmão seria uma “injustiça”. O pedido foi arquivado com o Tribunal de Execução, que é dirigida por Ana Maria Llanes. " Espero que a embaixada dos Estados Unidos, e os russos vejam que Jarvis não tem a intenção de escapar durante o funeral”, disse advogada do narcotraficante.
Segundo Laura as informações sobre a morte de Ronny são falsas “Quem poderia ter matado o irmão de Jarvis? As informações que me apresentaram não são oficiais. Alguns delas são um absurdo”.
Questionada sobre o suporto autor do crime, identificado de Altair Jorge Velo, que seria um parceiro de Rafaat Toumani, ela disse desconhecer as informações e que o nome que essa pessoa usa seria falso. “Ele anda livremente usando documentos falsos no Paraguai. Não o conheço e nunca o vi”, comentou à rádio.
O caso
Ontem, por volta das 19h40, Ronny Pavão teria acabado de sair de uma academia na cidade de Ponta Porã, quando foi executado com 11 tiros, por pistoleiros numa motocicleta.
A Polícia da província de Amambay, que fazem fronteira com o Brasil estão em alerta máximo para evitar diversas ações criminosas nessas regiões.
Fronteira calma
O comissário Walter Gómez, chefe da Polícia de Amambay disse que tudo está calmo na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan, após a morte de Ronny. Mas no entanto estão em alerta. "Pedro Juan Caballero continua suas atividades normais. As pessoas que trabalharam na região não relataram nada de irregular. Há um contacto permanente com a polícia brasileira. Não há certeza de quem pode ter cometido este crime, “ Gomez disse ao site ABC Color em conversa de rádio com o cardeal na manhã desta quarta-feira.