Nesta sexta-feira (17), o governador Reinaldo Azambuja assinou decretos que modificam o organograma estadual em solenidade na governadoria e explicou que a finalidade da reforma administrativa é economizar ao menos R$ 130 milhões ainda em 2017. Depois de sancionar lei que reorganiza a estrutura do Governo do Estado para gerar economia nos cofres públicos e manter a eficiência da gestão estadual, Reinaldo designou novos dirigentes para administrarem secretarias e fundações. 

Sobre a economia, Reinaldo disse que ela já está sendo possível com as exonerações de servidores comissionados e a redução de alguns contratos. Desta forma o governo caminha para o objetivo de economizar R$ 130 milhões e continuar com políticas públicas na área da saúde, segurança,  habitação e  infraestrutura.

“Então, acho que isso é necessário e nós encontramos o ponto de equilíbrio do tamanho da máquina pública de Mato Grosso do Sul, que hoje é o Estado com menor estrutura administrativa do País. Eu não tenho dúvidas que será um Estado eficiente nas entregas que têm que ser feitas, um Estado que continua, mesmo na maior crise da república brasileira, fazendo as entregas importantes à população”, disse o governador.

Reinaldo ressaltou que os resultados já começaram a aparecer.  Na educação, saúde, infraestrutura, saneamento, segurança pública. “Você governar na bonança é fácil. Nos anos anteriores você tinha crescimento, a receita crescia. Nós estamos governando praticamente com a mesma receita de 2014, e mesmo assim com a economia, com a gestão e com o planejamento conseguindo fazer entregas importantes, como essas que foram citadas”, disse.

Sobre a infraestrutura  ele destacou os muitos projetos andando e o  investimento nessa área, com os 79 municípios sendo atendidos justamente com as economias do Fundersul e com as economias da Cide. “Vai ser investimento em infraestrutura urbana, saneamento, recapeamento, construção de rodovias, restauração de rodovias e construção de pontes, onde temos maior programa de pontes de concreto. Temos 47 sendo executadas, virão mais 28”, concluiu.