Depois da prática de ioga sem roupa fazer sucesso em Nova York, a onda também chegou ao Brasil. Um grupo de praticantes que se reúne uma vez por mês em São Paulo já tem lista de espera.

De acordo com a reportagem da Istoé, o principal desafio é superar a vergonha. Porém, o instrutor Fred Schinke afirmou, em entrevista a Revista, que a vontade de experimentar é maior.

Segundo a reportagem da Istoé, outro desafio é desassociar o erotismo ao corpo nu. Para um dos novos adeptos a prática, Yuri Morroni, ouvido pela reportagem, é uma questão social. "Não estamos habituados a expor nosso corpo sem ser de forma sexualizada”, afirmou a Istoé.

O instrutor ainda descreveu, em entrevista a Istoé, que tirar a roupa aumenta a percepção do que está ao redor e a nudez dá sensação de liberdade.

O novo conceito da prática milenar começou nos Estados Unidos em 2014 com o objetivo de aumentar a conexão das pessoas com seus corpos. O estúdio em Nova York que começou a chamar a atenção para o ioga nu, Bold & Naked, descreve a prática como uma forma de “retirar a máscara” e “conectar-se”.