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Possível prova foi destruída no caso de advogada morta por estudante de medicina
A defesa do estudante de medicina João Pedro Miranda solicitou a quebra de sigilo telefônico da advogada Carolina Albuquerque, morta em acidente na Avenida Afonso Pena no dia 2 dezembro com a intenção de saber se a vítima estava mexendo no celular no momento do acidente.
De acordo com informações, no dia do acidente os pertences da advogada foram devolvidos à família, inclusive o aparelho celular de Carolina. Depois da perícia oficial ter constatado que a causa determinante do acidente foi o fato da advogada ter avançado o sinal vermelho, a defesa pediu ao Poder Judiciário que fosse realizado perícia no celular da advogada para saber se ela estava utilizando algum aplicativo e teria se distraído no momento do acidente.
O juiz Carlos Alberto Garcete determinou a apreensão do aparelho, no entanto, a família da advogada informou que o celular, por ter sido entregue danificado, foi "descartado", tornando impossível a produção dessa prova.