Os casos notificados e confirmados de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti dinimuiram em Campo Grande neste em 2017, é o que aponta o Boletim Epidemiológico da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica (CVE).

Apesar da diminuição no banlanço, os dados alertam para a possibilidade de aumento de casos de chicungunha no início de 2018, devido ao aumento de notificações e confirmações da doença nos últimos meses.

De janeiro a novembro foram notificados 99 casos de chicungunha e confirmados 34. A partir de julho ocorreu o aumento, chegando a 10 confirmações somente em outubro. A vigilância da doença teve início em outubro de 2014, quando houve a confirmação de um caso autóctone. Em 2015 não houve casos nativos, porem em 2017 foram confirmados 7 registros locais e um importado, comprovando a introdução do vírus no município.

Em 2017 foram notificados 137 casos da zíka vírus, com apenas 2 casos confirmados laboratorialmente. Não ocorreram óbitos e nem houve gestantes confirmadas, assim como não houve crianças nascidas com alterações congênitas compatíveis com a doença. A vigilância epidemiológica do Zika foi introduzida em Campo Grande em novembro de 2015, quando foram notificados 766 casos, confirmando 27 casos autóctones. Em 2016, até a semana 40, foram notificados 4.594 casos suspeitos, confirmando laboratorialmente 156 casos, já demonstrando a transmissão sustentada do vírus.

Já no caso da dengue que é uma doença sazonal e que ocorre nos meses de verão, até novembro foram notificados 2.213 casos, dos quais 345 confirmados. Não houve registro de casos graves e óbitos.