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Governo destaca bons resultados da gestão em meio a recessão no país
MS é um dos três estados que mostram as melhores médias na geração de empregos formais e no aumento do Produto Interno Bruto (PIB)
Mato Grosso do Sul frequenta as posições superiores do ranking das mais produtivas entre as 27 administrações estaduais do Brasil. De acordo com informações do Governo do Estado, em três anos, o governo de Azambuja alcançou uma das maiores médias brasileiras no quesito transparência, com repetição de notas 10 em sucessivos levantamentos.
MS é um dos três estados que, nesse período, pontuaram com as melhores médias na geração de empregos formais (com carteira assinada), no aumento do Produto Interno Bruto (PIB) – terceiro melhor resultado no Brasil - e na abertura de oportunidades, é ainda o quinto mais competitivo, o que explica a crescente incursão de investidores urbanos e rurais em todo território sul-mato-grossense.
Ainda segundo o Governo, o segredo são as estratégias de gestão, que num cenário generalizado de crise econômica, retração de investimentos e queda de receitas gestão, tornam-se fatores únicos de garantia para as demandas de retomada de crescimento com inclusão social.
Para chegar ao 5º lugar do Ranking de Competitividade dos Estados, atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Distrito Federal – posição aferida pelo Centro de Liderança Pública, em parceria com a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group – o governo fomentou o processo de crescimento econômico tendo como conteúdo central os investimentos sociais, especialmente em saúde, educação, moradia, qualificação profissional e habilitação dos meios produtivos.
Com isso, em 2017 a taxa de crescimento nos estados de maior liberdade econômica e potencial de mercado, conforme o Instituto Mackenzie, chegou ao segundo lugar do Brasil, com a abertura de 5.602 novas empresas e avanço de 5,62% em relação a 2016.
Alguns desses demonstrativos estão consolidados. No Estado que, como o fortalecimento da agricultura familiar, que capacitou inserção social e econômica para 70,8 mil famílias de agricultores tradicionais, assentados da reforma agrária, indígenas, pescadores e quilombolas. O fôlego para mobilizar recursos estaduais e federais, com o viés do compromisso municipalista, permitiu clarear o horizonte restaurativo do desenvolvimento.
Dentro de algumas semanas serão iniciadas as obras para construção de 1.138 moradias, ação materializada pelo esforço comum entre o Governo do Estado, a prefeitura e o Governo Federal. Famílias que possuem renda mensal de até R$ 1,8 mil serão atendidas por linhas de financiamento do Ministério das Cidades e contrapartidas locais. Além das moradias que serão edificadas, a parceria Estado-Município já acumula realizações importantes, como os investimentos na malha viária urbana da cidade e a ampliação das redes de serviço e equipamentos em segurança pública, educação e saúde.