A advogada Carolina Albuquerque, morta em acidente no dia 1º de novembro de 2017, teria comprado um chope de 500 ml em um bar, nos altos da avenida Afonso Pena, horas antes do acidente que custou sua própria vida.

Ela estava na companhia de três amigas no estabelecimento onde também comprou um suco natural e um lanche, supostamente para o filho, que sobreviveu no acidente.

O relatório do cartão de crédito usado pela vítima no dia do acidente foi anexado ao processo a pedido da defesa de João Pedro de Miranda, o estudante de medicina que conduzia a camionete que bateu no veículo de Carolina.

Carolina usou o cartão da mãe. Foi a mãe quem disse à polícia que a filha estava no bar com as três amigas, onde permaneceu até às 20h55, quando a comanda foi fechada. Ainda segundo a mãe, Carolina foi até o apartamento de uma das amigas, localizado em frente ao Shopping Campo Grande, onde permaneceu até momentos antes de sofrer o acidente.

Relembre

Na madrugada de 1º de novembro de 2017, a advogada Carolina Albuquerque, morreu após se envolver em acidente de trânsito na Avenida Afonso Pena, na Capital.

Segundo as investigações, ela teria furado o sinal vermelho, momento em que João Pedro Miranda colidiu com sua camionete no veículo da advogada. Laudos apontaram que João estava a 115 KM/h e embriagado.

O filho da advogada, de 3 anos, teve traumatismo craniano e fratura na clavícula. Carolina morreu na hora. João Miranda ficou foragido por dois dias. Na época, ele pagou fiança de R$ 50 mil e foi solto.