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Entenda a relação de um universo paralelo descoberto pela NASA e a Anita
Nesse universo paralelo existiria um “mundo inverso” onde o tempo correria para trás
Três palavras estão circulando na internet na manhã desta quinta-feira (21), são elas: NASA, universo paralelo e Anita, por mais que não pareça, elas estão relacionadas e todas fazem parte de um experimento da agência espacial americana, o JD1 Notícias vai te ajudar a entender o que está acontecendo.
Tudo começou após cientistas da NASA, descobrirem a suposta existência de um universo paralelo ao nosso, com um “mundo inverso”, onde o tempo correria para trás.
A notícia foi publicada no jornal americano “New York Post” e já rodou o mundo, aliás, é de se concordar que saber que a suposta existência de uma “terra ao contrario” é bastante extraordinária, mas onde entra a Anita nessa história?
A cantora brasileira? Em lugar nenhum! Na verdade Anita é a abreviação de Antena Impulsiva Transiente da Antártica, o equipamento utilizando pelos cientistas da NASA para realizarem o experimento que os levaram a essa descoberta.
O experimento
De acordo com o “New York Post”, usando a a Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita), da Nasa, os especialistas tinham a intenção de detectar o constante "vento" de partículas de alta energia vindas do espaço.
O ar frio e seco do local oferecia o ambiente perfeito para que não houvessem distorções na captação desse fenômeno.
Devido à baixa energia e massa próxima a zero, os neutrinos subatômicos podem passar completamente pela Terra. No entanto, uma variante de alta energia é interrompida pela matéria sólida do nosso planeta.
Isso significa que elas só podem vir do espaço, já que, se estivessem por aqui, seriam barradas pelos elementos sólidos presentes.
Porém, o que chocou os especialistas foi que detectaram um ruído vindo da Terra. Ao analisarem os dados, encontraram neutrino de alta energia saindo do chão.
Viagem no tempo
A descoberta implica que essas partículas podem estar realmente viajando para trás no tempo, sugerindo evidências de um universo paralelo, em que as leis da física funcionam de forma contrária às nossas.
Peter Gorham, físico experimental de partículas da Universidade do Havaí e um dos principais pesquisadores por trás do projeto Anita, sugeriu que a única maneira do neutrino de alta energia se comportar dessa maneira é se ele se transformasse em um tipo diferente de partícula antes de passar pela Terra.
De acordo com ele, a explicação mais simples para o acontecido é que, no momento do Big Bang, explosão que deu origem a tudo, dois universos foram formados: o nosso e um que, da nossa perspectiva, apresenta regras opostas da física.