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Vagas em cemitérios públicos podem acabar em 1 ano, caso ritmo de mortes não diminua
Hoje em Campo Grande, 80% dos enterros, são realizados em cemitérios particulares
As vagas disponíveis hoje (17) nos cemitérios públicos de Campo Grande, podem acabar em um ano, caso o ritmo de mortes em decorrência da pandemia da covid-19 não diminuir. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), informou que 80% dos enterros, são realizados em cemitérios particulares.
O portal JD1 Notícias, entrou em contato com o administrador dos cemitérios municipais, Marcelo Barbosa, que revelou que Campo Grande não a abertura de vagas nas unidades do Santo Antônio, Santo Amaro e São Sebastião (Cruzeiro), tudo depende da retomada de lotes não adquiridos pelas famílias de pessoas que foram sepultadas nos locais.
"Não existe mais comercialização de vagas em cemitérios públicos, nós só fazemos a maior parte destinada a sepultamentos sociais", disse Marcelo.
A Sisep informou que os sepultamentos em cemitérios públicos podem ocorrer somente de duas formas, a primeira é de famílias carentes que e não tem condições de fazer um plano de um cemitério particular, a segunda forma é quando a família tem um terreno no local.
Apenas Cemitério Do Cruzeiro (São Sebastião) ainda é possível encontrar novas covas, que estão sendo abertas no estacionamento.
Covid-19 - Mato Grosso do Sul já contabiliza 319.490 casos e 7.671 óbitos decorrentes da doença. Somente nesta quinta-feira (17), o boletim epidemiológico mostra mais 1.869 casos confirmados e 36 mortes por coronavírus.