Advogados de Jamil Name, falecido no dia 27 de junho em Mossoró (RN), em decorrência de covid-19, pediu na Justiça, na última sexta-feira (10), o desbloqueio de R$ 18,2 milhões em bens, imóveis e valores em contas, em nome de Jamil Name, Jamil Name Filho e Jamilson Lopes Name. 

A defesa alega que, com a morte de Jamil Name, já foi reconhecida a extinção de punibilidade, de acordo com os autos do processo e que, estando esta relacionada à medida assecuratória, não há motivos para que se mantenha o bloqueio dos bens e valores relacionados.

A reportagem do JD1 Notícias tentou entrar em contato com a defesa de Jamil Name para obter mais informações, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. 

Entenda:

Name filho está preso há quase dois anos em consequência da operação Omertà, que o apontou com o pai, Jamil Name, já falecido, como um dos suspeitos de chefiar uma milícia envolvida com execuções em Campo Grande.