Justiça
TST adia discussão sobre vínculo trabalhista de motoristas do Uber
Casos começaram a ser julgados hoje e tratam de duas decisões divergentes da 3ª e 5ª turma do Tribunal
O ministro Cláudio Brandão, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), pediu, nesta quinta-feira (6), vista no julgamento que analisava dois processos de vínculo empregatício entre a plataforma Uber do Brasil Tecnologia Ltda. e seus motoristas.
Os casos que estavam marcados para serem julgados hoje tratavam de recursos de embargo de decisões divergentes de turmas do TST, já que a 5ª julgou, em fevereiro de 2020, que não existe vínculo de emprego entre a empresa e seus motoristas, enquanto a 3ª julgou que há.
A relatora do caso, a ministra Maria Cristina Peduzzi, primeira a votar, votou contra a caracterização de vínculo empregatício, já o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, que realizou seu voto em seguida, propôs que as ações sejam analisadas pelo Pleno do TST.