Gabriela Tejas da Silva, de 21 anos, acusada de golpear com faca o cunhado Pedro Henrique de Souza Raimundo, de 18 anos, que morreu após o ataque, no bairro Taquaral Bosque, em Campo Grande, no dia 26 de maio de 2024, não será submetida a júri popular e nem responderá por homicídio, nos termos do Art. 121 do Código Penal.
O crime foi desclassificado para lesão corporal seguida de morte, conforme decisão recente do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Segundo a decisão, durante o andamento do processo, ficou evidenciado que o intuito de Gabriela era apenas ferir a vítima, não havendo indícios de intenção de matar.
Pedro Henrique foi atingido durante uma briga entre ele e sua esposa, irmã de Gabriela. A mãe da vítima afirmou que, em sua opinião, Gabriela "não fez aquilo para matar, foi para dar um susto, mas aí aconteceu".
O processo continua tramitando na Justiça, e Gabriela deve comparecer em cartório a cada três meses até o julgamento final para atualização de endereço.
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Gabriela Tejas da Silva, chegou a ficar presa - (Foto: Reprodução/Redes Sociais)



